Percorrer por autor "Ramos, Maria Elisabete"
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- Cooperatives and the use of artificial intelligence: a critical viewPublication . Ramos, Maria Elisabete; Azevedo, Ana; Meira, Deolinda; Malta, Mariana CuradoDigital Transformation (DT) has become an important issue for organisations. It is proven that DT fuels Digital Innovation in organisations. It is well-known that technologies and practices such as distributed ledger technologies, open source, analytics, big data, and artificial intelligence (AI) enhance DT. Among those technologies, AI provides tools to support decision-making and automatically decide. Cooperatives are organisations with a mutualistic scope and are characterised by having participatory, cooperative governance due to the principle of democratic control by the members. In a context where DT is here to stay, where the dematerialisation of processes can bring significant advantages to any organisation, this article presents a critical reflection on the dangers of using AI technologies in cooperatives. We base this reflection on the Portuguese cooperative code. We emphasise that this code is not very different from the ones of other countries worldwide as they are all based on the Statement of Cooperative Identity defined by the International Cooperative Alliance. We understand that we cannot stop the entry of AI technologies into the cooperatives. Therefore, we present a framework for using AI technologies in cooperatives to avoid damaging the principles and values of this type of organisations.
- Reformar o código cooperativoPublication . Ramos, Maria ElisabeteA Lei n.º 119/2015, de 31 de agosto, aprova o novo Código Cooperativo. Trata-se de um diploma que introduz alterações relevantes em matéria de governação das cooperativas. Desconsideremos, de momento, outros domínios em que este Código também inovou. São muito discutidos o sentido e o alcance do conceito "governação". O debate tem-se desenvolvido de modo mais intenso no universo das sociedades comerciais e, no elenco destas, nas sociedades anónimas, na sequência do corporate governance movement. Para o que nos interessa, podemos dizer que, do ponto de vista jurídico, a governação das cooperativas abrange um conjunto alargado de questões que englobam os direitos e deveres dos membros, as estruturas de administração e de fiscalização, os deveres dos titulares dos órgãos da cooperativa, a remuneração, as responsabilidades a que estão expostos e os mecanismos processuais preordenados a efetivar tais responsabilidades. (V. Coutinho de Abreu, Governação das sociedades comerciais, 2ª ed. Almedina, Coimbra, 2010, p. 9, em matéria de sociedades comerciais). Estas matérias relativas à governação da cooperativa estão direta e imediatamente conexionadas com o segundo princípio cooperativo (Gestão democrática pelos membros) que encontra consagração constitucional na ordem jurídico-constitucional portuguesa e cuja enuncia...
