Percorrer por autor "Castedo, Ilda"
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- Redes sociais orientais – Inovação no relacionamento com os consumidoresPublication . Monteiro de Oliveira, Antonio; Monteiro, Juliana; Mendonça, Nuno; Castedo, Ilda; Lima Rua, OrlandoA alteração dos hábitos de consumo e do relacionamento entre consumidores e empresas têm-se traduzido na emergência de formas alternativas de relacionamento com os clientes e de formas alternativas de compra, o que exige e implica que as organizações tenham de se reposicionar para alcançar várias audiências e de estar presentes onde estão os seus potencias consumidores. O processo económico global assenta e está dependente de Redes Sociais. Todavia, os acessos e a utilização de redes sociais ocidentais, tais como, Facebook, Instagram, Twitter e YouTube têm no Oriente, em geral, e na China, em particular, um acesso condicionado a apenas algumas localizações geográficas e/ou estão totalmente banidas. Por via deste condicionamento, apenas as organizações que se adaptam às redes sociais orientais conseguem promover um posicionamento capaz de alcançar todos os potencias consumidores e é esta análise (exploratória) que nos propomos concretizar no contexto das empresas portuguesas. Assumimos o Pós-positivismo como conceito filosófico estrutural. A metodologia adotada é qualitativa e baseada na análise dos conteúdos web de todas as 73 associações empresariais que integram a base de dados da Confederação Empresarial de Portugal, das 10 maiores empresas Exportadoras e das 20 maiores Empresas de Design portuguesas.
- Urbex Arte – a comodificação do abandonoPublication . Monteiro de Oliveira, Antonio; Castedo, IldaA Urbex Arte é por nós entendida como a evolução lógica do ato ilegal de invasão de edifícios abandonados que caracteriza a definição de Urbex. Na literatura, este ato de invasão ilegal é a característica fundamental da definição e garante o anonimato dos participantes (e.g. Offenstadt, 2019, Rojon, 2014; Stones, 2016). A partir de uma metodologia interdisciplinar baseada na Teoria Fundamentada definida por Glaser & Strauss (1967) e Strauss & Corbin (1990), assente no eixo Construtivista definido por Charmaz (2006; 2009), constatamos que, hoje, os participantes querem ser reconhecidos. Não só se identificam, como comercializam a prática e os locais identificados através da curadoria, da filmagem, da fotografia e da instalação. Destacamos, entre outros, os trabalhos de Bob Thissen, Gina Soden, Michael Schwan, Nicolas Offenstadt e Sarah Rojon. Estes espaços inabitados readquirem por esta via valor económico e desta reflexão emerge a questão de entender o fenómeno, que de hobbie (Rojon, 2014) se transforma em negócio. Se o Urbex subverte as hierarquias e estruturas de poder que criam as normas da sociedade, a Urbex Arte será tendencialmente legalizada, alinhando-se com o marketing, a publicidade e as instituições de arte (museus, galerias e marchands d’art) orientadas para o lucro que possibilita e potencia este fenómeno (Gehman & Soubliere, 2017), mas dissociada dos processos dinâmicos socioculturais que estiveram na sua origem. Paralelamente, interessa perceber o valor económico criado e, de um modo particular, como é que os interesses de Bem Público e Vizinhança Urbana são afetados por esta readquirida funcionalidade (Sharp, Pollock & Paddison, 2005).
