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Publicação

Automedicação e gestão de medicamentos nas habitações de profissionais de farmácia do Porto

datacite.subject.fosCiências Médicas::Ciências da Saúdept_PT
dc.contributor.authorMachado, Sílvia Adelaide Gomes Machado
dc.date.accessioned2016-12-21T12:27:46Z
dc.date.available2016-12-21T12:27:46Z
dc.date.issued2015-09
dc.description.abstractA dispensa de medicamentos feita através de aconselhamento de um profissional de farmácia ou com receita ou por aquisição por iniciativa do utente, não é apenas um ato de entrega de medicamentos, mas requer também um ato informativo, o utente necessita saber as questões relacionadas com a utilização correta e consciente dos mesmos, na perspetiva de evitar riscos associados à terapêutica. Deste modo, este trabalho vem colmatar uma carência detetada nos estudos sobre a temática da farmácia caseira de profissionais de farmácia, bem como da automedicação e eliminação dos fármacos. O presente trabalho de investigação usou apenas métodos diretos de recolha de informação na componente empírica, tendo por base de trabalho os resultam da aplicação de um inquérito aos farmacêuticos, técnicos de farmácia e estagiários destas duas categorias profissionais que exercem atividade nas 111 farmácias das 15 freguesias do município do Porto. Os resultados revelaram uma acumulação de medicamentos que não estavam a ser armazenados no momento de aplicação do inquérito bastante elevada, principalmente medicamentos que não devem fazer parte da farmácia caseira para o tratamento de patologias possíveis de automedicação. Verificamos igualmente que mais de metade dos profissionais de farmácia armazenam os seus medicamentos em locais expostos a alterações de temperatura e humidade, como é o caso da casa de banho e da cozinha, justificando tal ato como sendo os locais de maior facilidade de acesso e onde se lembram mais facilmente de os administrar, ao invés de armazenarem no local mais seguro da habitação. A nível de segurança, 9 em cada 10 profissionais de farmácia apresenta o medicamento armazenado ao alcance de crianças. Os resultados concluíram ainda que 25% dos profissionais de farmácia raramente automedicam-se com medicamentos não sujeitos a receita médica.pt_PT
dc.identifier.tid201460076
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.22/8935
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectMedicamentospt_PT
dc.subjectAutomedicaçãopt_PT
dc.subjectProfissionais de farmáciapt_PT
dc.titleAutomedicação e gestão de medicamentos nas habitações de profissionais de farmácia do Portopt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT

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