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Publicação

Caraterização de tumores sólidos numa amostra pediátrica do Instituto Português de Oncologia do Porto Francisco Gentil, EPE

dc.contributor.authorSantos, Ana
dc.contributor.authorSerra, Carla
dc.contributor.authorMota, Marlene
dc.contributor.authorSousa, Manuela
dc.contributor.authorMendes, Carlos
dc.date.accessioned2026-01-14T10:50:11Z
dc.date.available2026-01-14T10:50:11Z
dc.date.issued2010-07-14
dc.description.abstractCaracterizar uma amostra pediátrica com TS quanto à sua frequência, óbito, sexo e idade ao diagnóstico. Estudar o possível envolvimento da MO ao diagnóstico, recorrendo a dados qualitativos de mielogramas. Estudo observacional descritivo transversal, dos registos dos dados de pacientes pediátricos com TS (n=148), diagnosticados entre 2000-2008. O TS mais frequente foi o Neuroblastoma (NB=37,2%), e os com maior registo de óbitos foram Rabdomiossarcoma (RMS=30,4%) e Família Tumores Ewing (FTE=28,0%). Nas raparigas os Tumor Wilms (TW=68,0%) e Osteossarcoma (58,3%) foram mais frequentes, enquanto nos rapazes foram os Retinoblastoma (75,0%), RMS (65,2%) e NB (61,8%). O NB manifestou-se, em 30,9% dos casos, até aos 12 meses de idade, o TW, em 32,0% dos casos, até aos 2 anos, e o RMS, em 69,6% dos casos, entre os 1-10 anos. A maioria dos pacientes com FTE (80,0%), NB (74,6%) e RMS (73,9%) realizaram mielograma ao diagnóstico. Observando os resultados qualitativos do mielograma, os tumores onde poderá ter ocorrido invasão da MO foram o NB e RMS. Na frequência dos TS verificou-se que seguem o descrito na literatura, excepto a FTE que surge em segundo lugar conjuntamente com o TW, sendo o NB mais frequente. Nos óbitos, o tumor com maior registo, RMS, não corresponde ao com maior gravidade (NB) descrito na investigação. Para estes resultados pode ter contribuído o número reduzido da amostra. Relativamente ao sexo, o NB e o RMS são mais frequentes nos rapazes, enquanto o TW é mais frequente nas raparigas, como descrito na literatura. Doentes com NB, TW e RMS apresentaram idades ao diagnóstico que indicam um melhor prognóstico. O NB, RMS e FTE, em alguns casos, disseminam-se para a MO, podendo ser esta a explicação para os resultados obtidos quanto à realização ou não de mielograma. Dos resultados obtidos nos mielogramas, verifica-se que poderá ter ocorrido invasão medular nos NB e RMS. Propõe-se continuar este estudo com amostra, por TS, mais representativa e com dados dos hemogramas e biópsias ósseas.por
dc.identifier.citationSantos, A., Serra, C., Mota, M., Sousa, M., & Mendes, C. (2010). Caraterização de tumores sólidos numa amostra pediátrica do Instituto Português de Oncologia do Porto Francisco Gentil, EPE. 2as JORNADAS DE INICIAÇÃO À INVESTIGAÇÃO CLÍNICA. https://repositorio.ulssa.pt/bitstreams/04d51302-c7cd-4aa0-9be8-41bb18698960/download
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.22/31505
dc.language.isopor
dc.peerreviewedn/a
dc.publisherCentro Hospitalar do Porto
dc.relation.hasversionhttps://repositorio.ulssa.pt/bitstreams/04d51302-c7cd-4aa0-9be8-41bb18698960/download
dc.rights.uriN/A
dc.titleCaraterização de tumores sólidos numa amostra pediátrica do Instituto Português de Oncologia do Porto Francisco Gentil, EPEeng
dc.typeconference poster
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferenceDate2010-07
oaire.citation.conferencePlacePorto
oaire.citation.title2as Jornadas de Iniciação à Investigação Clínica
oaire.versionhttp://purl.org/coar/version/c_970fb48d4fbd8a85

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