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Publicação

Exercício em meio aquático e capacidade funcional – um estudo em adultos mais velhos

dc.contributor.authorGonçalves, Luísa
dc.contributor.authorTouabet, Myriam
dc.contributor.authorVieira, Ágata
dc.contributor.authorVieira, Ágata
dc.date.accessioned2026-01-28T11:56:29Z
dc.date.available2026-01-28T11:56:29Z
dc.date.issued2025-12-16
dc.description.abstractO treino aquático é eficaz na manutenção e melhoria da capacidade funcional em adultos mais velhos, aproveitando as propriedades físicas e hidrodinâmicas da água para contrabalançar o declínio associado ao envelhecimento. Avaliar a capacidade funcional de adultos mais velhos praticantes de exercício aquático e analisar a sua associação com caraterísticas individuais: sociodemográficas, comportamentais e estado de saúde. Foi realizado um estudo transversal analítico em 41 voluntários, com idade superior a 65 anos, que realizavam exercício aquático duas vezes por semana (Aprovação Ética nº 38/CE-IPSN/2024). As caraterísticas dos participantes foram recolhidas por questionário e a capacidade funcional (independência, mobilidade e risco de queda) foi avaliada através dos testes Five Time Sit-To-Stand (5xSTS) e Timed Up and Go (TUG). A análise estatística foi realizada (SPSS v.29.0) com um nível de significância ⍺=0,05. Com uma mediana de idade de 68 (±7,00) anos, trinta e três (80,5%) participantes eram do sexo feminino. Os participantes apresentaram uma mediana de 9,2 (± 2,74) segundos, sendo que 90,2% tinham mobilidade sem risco de queda (5xSTS), e uma mediana de 9,7 (± 3,34) segundos, sendo que 61% dos participantes eram totalmente independentes (TUG). Não foi encontrada uma associação estatisticamente significativa entre as pontuações do 5xSTS e as caraterísticas individuais (p>0,05). A idade apresentou correlação positiva moderada estatisticamente significativa (p=0,005; r=0,433) com as pontuações do TUG. Os indivíduos com défices de visão (p=0,016) ou doença física/mental (p=0,030) apresentaram pontuações superiores no TUG. A maioria dos participantes apresentou mobilidade e independência funcional, sem risco de queda. Nesta amostra, a idade avançada, os défices de visão e a presença de patologia parecem ter um impacto negativo nos níveis de capacidade funcional (TUG).por
dc.identifier.citationGonçalves, L., Touabet, M., & Vieira, Á. (2025). Exercício em meio aquático e capacidade funcional – um estudo em adultos mais velhos. RIAGE - Revista Ibero-Americana de Gerontologia, NA, 8, 693–706. https://doi.org/10.61415/riage.432
dc.identifier.doi10.61415/riage.432
dc.identifier.issn2795-5559
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.22/31748
dc.language.isopor
dc.peerreviewedyes
dc.publisherAssociação Nacional de Gerontologia Social (ANGES)
dc.relation.hasversionhttps://www.riagejournal.com/index.php/riage/article/view/432/516
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectCapacidade física
dc.subjectEnvelhecimento
dc.subjectIdosos ativos
dc.subjectMobilidade
dc.subjectPromoção de saúde
dc.titleExercício em meio aquático e capacidade funcional – um estudo em adultos mais velhospor
dc.title.alternativeWater-based exercise training and funcJonal capacity in el-derly subjectseng
dc.typeresearch article
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.endPage706
oaire.citation.startPage693
oaire.citation.titleRIAGE - Revista Ibero-Americana de Gerontologia
oaire.citation.volume8
oaire.versionhttp://purl.org/coar/version/c_970fb48d4fbd8a85
person.familyNameVieira
person.givenNameÁgata
person.identifier.orcid0000-0002-2637-1825
relation.isAuthorOfPublication5fa68a98-e82b-44db-8c3c-33cc3c3bb489
relation.isAuthorOfPublication.latestForDiscovery5fa68a98-e82b-44db-8c3c-33cc3c3bb489

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