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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Desde a idade mĂ©dia, quando ardiam cidades inteiras, a humanidade tem aprendido muito e tem desenvolvido constantes esforços para evitar e circunscrever os incĂȘndios. Estes esforços, no entanto, foram compensados pelo surgir de outras fontes de ignição e da crescente cargas combustĂveis. Hoje, praticamente todos os lares e empresas possuem computadores, televisores, lĂąmpadas halogenas, mĂĄquinas de cafĂ© e outros aparelhos eletricos, bem como equipamentos de aquecimento e de ar condicionado, etc. A maioria destes dispositivos incluem uma unidade de alimentação e outros mĂłdulos electrĂłnicos, constituindo, assim, potenciais fontes de ignição.
Mas os incĂȘndios tambĂ©m podem ser estabelecidos de forma intencional. A percentagem de incĂȘndios de origem criminosa jĂĄ e de 25 a 40%, e os valores estĂŁo a aumentar [1]. Os incĂȘndios provocados intencionalmente propagam-se frequentemente muito mais rapidamente tornando o seu combate extremamente difĂcil. Em media, esses tipo de incĂȘndios sĂŁo trĂȘs vezes mais dispendiosos que a media das ocorrĂȘncias dos incĂȘndio[2].
Descrição
Palavras-chave
Contexto Educativo
Citação
Editora
Instituto PolitĂ©cnico do Porto. Instituto Superior de Engenharia do Porto. Ărea de MĂĄquinas e InstalaçÔes ElĂ©ctricas. Departamento de Engenharia ElectrotĂ©cnica
