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Avaliação da atividade antioxidante de maltes, lúpulos e cervejas artesanais

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Resumo(s)

A cerveja é uma bebida consumida mundialmente, contendo malte e lúpulo com atividades biológicas, nomeadamente atividade antioxidante. Discutir informação quanto à atividade antioxidante dos maltes, e avaliar, in vitro, a capacidade antioxidante de cervejas artesanais e industriais portuguesas e matérias-primas. A 1ª parte consistiu numa revisão clássica com discussão da atividade antioxidante de maltes, recorrendo às bases de dados PubMed® e Scopus®, utilizando palavras-chave como “malt” e “antioxidant activity”. Incluiu-se revisões e estudos in vitro, escritos em inglês e português, sem limite temporal. A 2ª parte consistiu num estudo experimental com avaliação, in vitro, da atividade antioxidante, pelo ensaio do radical 2,2-difenil-1-picril-hidrazilo (DPPH); ensaio de neutralização do ácido2,2’-azino-bis(3-etilbenzotiazolina-6-sulfónico (ABTS), e atividade quelante de metais (MCA), de extratos aquosos e hidroalcoólicos, de malte (Chocolate, Munich type I, Vienna), lúpulo (Citra, Mosaic, Saaz), de cervejas artesanais (IS-N e BP-N) e uma industrial (SB-S). O lúpulo apresentou melhores resultados, com valores de IC50 ‹50 µ/mL (ex: 7,4±0,2 µg/mL, extrato hidroalcoólico, DPPH). Apesar da baixa atividade antioxidante demonstrada, destaca-se a cerveja IS-N. No geral, as amostras hidroalcoólicas demonstraram um maior potencial antioxidante. As cervejas constituem uma fonte antioxidantes naturais, cuja composição apresenta variações dependendo da produção e matérias-primas.

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Cerveja artesanal Cerveja industrial Malte Lúpulo Atividade antioxidante

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