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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Depois de ter descoberto a rota marítima para a Índia, a presença portuguesa na
China não parou de crescer. Além das iniciativas no aspeto económico, político e militar, o
objetivo religioso também não foi esquecido. Neste período, registou-se um encontro sem
precedentes das duas grandes civilizações, designadamente a civilização chinesa e a europeia.
São numerosos os jesuítas portugueses que estiveram na China durante o século XVII e que
concorreram para a divulgação na Europa do que viram e ouviram na China, através de
relatos, diários e cartas. Na divulgação da cultura sínica na Europa destaca-se a ação dos
jesuítas Álvaro Semedo, António de Gouveia e Gabriel de Magalhães. O presente texto tem
por objetivo apresentar o sistema dos exames imperiais que estes três padres portugueses
interpretaram nas suas relações sobre a China, analisando a sua visão sobre a educação, a
forma e o conteúdo de exames imperiais, a seleção dos mandarins civis nas dinastias Ming
e Qing da China.
Descrição
Palavras-chave
Interpretação Jesuítas Sistema dos exames imperiais Literatura portuguesa Século XVII
Contexto Educativo
Citação
Editora
Instituto Politécnico do Porto, Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto, Edição própria
