Percorrer por data de Publicação, começado por "2026-04-09"
A mostrar 1 - 3 de 3
Resultados por página
Opções de ordenação
- ePO 127 – Auditorias ambientais como ferramenta de promoção da sustentabilidade no ensino superior: resultados do Programa Eco-Escolas da E2S|P.PORTOPublication . Martins, Rita; Rebelo, Andreia; Carvalhais, Carlos; Alberto Alves Carvalhais, Carlos; Rebelo, AndreiaA Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico do Porto (E2S|P.PORTO) desenvolve, desde 2011, iniciativas no âmbito do Programa Eco-Escolas (ESS.Eco) para melhorar o desempenho ambiental institucional. O programa, coordenado pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE/FEE Portugal), baseia-se na metodologia dos sete passos, sendo a Auditoria Ambiental essencial para identificar pontos fortes e fragilidades. Este estudo compara os resultados das auditorias dos anos letivos 2022/2023, 2023/2024 e 2024/2025, com base em inquéritos à E2S|P.PORTO. Analisaram-se as auditorias ambientais anuais do ESS.Eco através da plataforma digital da ABAE. Aplicou-se um inquérito a 3.900 membros da comunidade académica (estudantes, docentes e não docentes), incidindo sobre resíduos, água, energia, espaços exteriores, biodiversidade e floresta, alimentação e agricultura biológica, mar, ruído, mobilidade e digital, com ponderação no índice global. A taxa de participação variou entre 10,1% (2024/2025) e 16,4% (2023/2024), observando-se uma redução dos respondentes (n.º=201 em 2025; n.º=328 em 2024; n.º=212 em 2023). O melhor resultado global ocorreu em 2024/2025 (58,2%), face a 57,53% em 2022/2023 e 54,19% em 2023/2024. O tema Digital apresentou as classificações mais baixas em todos os anos, enquanto Alimentação e Agricultura Biológica registou os valores mais elevados em 2023/2024 (63,14%) e 2024/2025 (67,74%). Em 2022/2023, o melhor desempenho foi no tema Ruído. A metodologia dos 7 passos promoveu o envolvimento da comunidade académica e permitiu identificar áreas prioritárias de intervenção, sendo a menor participação possivelmente associada ao período de aplicação do inquérito. Entre 2022 e 2025 verificou-se uma melhoria contínua do comportamento ambiental da comunidade académica. O ESS.Eco tem contribuído para a consolidação de práticas sustentáveis e para o reforço do papel da E2S|P.PORTO na promoção da saúde ambiental.
- Hippocampal volume loss in mesial temporal lobe epilepsy: Magnitude and laterality in a meta-analysis of MRI volumetry studiesPublication . Carvalho, Ruben Lopes; Borges, Daniel Filipe; Casalta-Lopes, João; Soares, Joana Isabel; Borges, Daniel FilipeHippocampal atrophy is a defining structural feature of mesial temporal lobe epilepsy (mTLE), yet the magnitude of volume loss and the extent of contralateral involvement vary across magnetic resonance imaging (MRI) studies, limiting quantitative interpretation in clinical practice. We conducted a systematic review and meta-analysis to quantify hippocampal volume reduction in adults with mTLE and assess the consistency of contralateral changes. Following PRISMA 2020 guidelines, we searched six bibliographic databases and different trial registries. Eligible studies included adults with unilateral mTLE who underwent pre-surgical structural MRI with quantitative hippocampal volumetry, as well as healthy controls. Two reviewers independently assessed risk of bias using ROBINS-E. Random-effects meta-analyses pooled mean differences in absolute hippocampal volume (mm ; controls minus patients) for hippocampi ipsilateral and contralateral to the seizure focus. Twenty-eight studies met the inclusion criteria; 23 contributed to the meta-analysis (803 patients, 613 controls). Ipsilateral hippocampal volume was significantly reduced (mean difference 985.2 mm 759.7–1210.7; p < 0.001; I 2 3 , 95% CI =98%). Contralateral volume was also reduced (22 studies; mean difference 198.8 mm 3 , 95% CI 124.4–273.3; p < 0.001; I 2 =85%). Funnel plot inspection and Egger testing showed no evidence of small-study effects. ROBINS-E indicated low to moderate risk of bias overall. Adult mTLE shows marked ipsilateral hippocampal atrophy with a smaller, consistent contralateral reduction, consistent with partial bilateral structural involvement. Pooled estimates provide clinically interpretable reference values for quantitative MRI in presurgical evaluation, though substantial heterogeneity warrants caution.
- ePO 7 – Sustentabilidade ambiental no ensino das ciências e tecnologias da saúde: perceções e conhecimentos dos estudantes do ensino superiorPublication . Carvalhais, Carlos; Ribeiro, Inês; Xavier, Ana; Saúde, Miguel; Alberto Alves Carvalhais, CarlosAs instituições de ensino superior têm um papel central na formação de profissionais e cidadãos conscientes. No ensino das Ciências e Tecnologias da Saúde, é fundamental promover uma formação integral que integre competências técnicas, clínicas, sociais e ambientais. Este estudo teve como objetivo avaliar as perceções e os conhecimentos dos estudantes sobre sustentabilidade ambiental no ensino e na prática clínica em saúde. Realizou-se um estudo transversal com um questionário de autor, parcialmente adaptado e traduzido de estudos prévios. Após um estudo piloto, a versão final incluiu 26 questões e foi aplicada a estudantes de licenciatura do 1.º ao 4.º ano de cursos das Ciências e Tecnologias da Saúde (imagem média e radioterapia, saúde ambiental, fisiologia clínica, fisioterapia, audiologia, entre outros), entre setembro de 2024 e janeiro de 2025. Participaram 247 estudantes. A maioria referiu possuir conhecimentos gerais sobre sustentabilidade; contudo, 19,0% demonstraram falta de consciência sobre o impacto ambiental da prática clínica. A necessidade de maior integração da sustentabilidade nos planos de estudo foi referida por 77,0% dos participantes. Globalmente, observaram-se conhecimentos limitados sobre práticas sustentáveis na profissão (32,0%), apesar da elevada adoção de comportamentos sustentáveis na vida quotidiana (89,0%). Foi ainda identificada uma forte associação entre os cursos frequentados e os ODS 3 (97,6%), 4 (55,5%) e 8 (37,3%). Os resultados evidenciam a necessidade de reforçar a integração da sustentabilidade nos planos curriculares de forma transversal ou através de módulos específicos, alinhado com as exigências em matéria de acreditação de cursos. A introdução precoce destes conteúdos poderá contribuir para a formação de profissionais ambientalmente responsáveis, capazes de tomar decisões informadas que minimizem o impacto ambiental da prática clínica e promovam um sistema de saúde mais sustentável.
