Percorrer por autor "Robalinho, Joana Rita Santos"
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- Relação entre (sub)confiança e teoria da perspetiva perante a tomada de decisões financeirasPublication . Robalinho, Joana Rita Santos; Gomes, Luís Miguel Pereira; Mendonça, Jorge Manuel Pires MendonçaAs finanças racionais encontram-se bem estruturadas e fundamentadas em princípios, teorias e modelos largamente aceites, embora tenham surgido estudiosos que apontam para a necessidade de um termo de finanças mais próximo da realidade. Atualmente, o termo finanças não pode ser dissociado da psicologia e da sociologia inerentes à tomada de decisões. Para os fundadores do pensamento económico o homem estava longe de ser um ente totalmente racional e orientado, por natureza, em função de objetivos de maximização. Esta conceção levou Kahneman e Tversky a desenvolver o estudo “Prospect Theory: An Analysis of Decision under Risk”, a partir do qual apresentam vários argumentos e efeitos que colocam em causa a eficácia e a eficiência do conceito de finanças racionais e todas as teorias que a suportam. Atendendo à problemática, o principal objetivo desta dissertação é compreender os vieses que influenciam a tomada de decisões em ambientes de risco e incerteza, à luz da teoria da perspetiva, e a relação com a confiança dos indivíduos. Em primeiro lugar, pretende-se comparar os resultados obtidos nesta dissertação com os de Kahneman e Tversky, em 1979. Adicionalmente, com recurso ao teste de refelexão cognitiva (CRT), pretende-se verificar se os enviesamentos comportamentais estão relacionados com as habilidades cognitivas. Finalmente, atendendo à importância e atualidade do conceito de sobre confiança, propõem-se questões para a sua mensuração com o intuito de comparar os vários segmentos de inquiridos e perceber o perfil que a espelha. Para isso, a amostra de inquiridos será segmentada por género, faixa etária, estudante ou não, trader profissional ou não, investidor ocasional ou não e conhecedor ou não das finanças comportamentais, com o intuito de comparar os diferentes resultados. Por fim, verifica-se que indivíduos com características diferentes, escolhem a mesma opção devido à sub confiança inerente ao processo de tomada de decisão.
