Percorrer por autor "Mpanda, Kundakama"
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- Estudo sobre a verificação do cumprimento das normas e regulamentos aplicáveis na distribuição de energia eléctrica pela empresa nacional de distribuição de electricidade (ENDE-EP) «caso da cidade do Uíge em Angola»Publication . Mpanda, Kundakama; Dias, Fernando Maurício Teixeira de SousaA energia elétrica apresenta inúmeros benefícios e tornou-se, com o decorrer dos tempos, numa parte integrante e fundamental das atividades diárias do ser humano. Todavia, nem todos os países usufruem da energia elétrica da mesma forma, como é o caso da cidade do Uíge (Angola), na qual existe um problema a este nível. Um dos principais problemas encontrados neste âmbito remete para os cortes intempestivos em quase toda a cidade, condicionando fortemente todas as atividades humanas que se encontram a eles associada. O presente trabalho tem como principal objetivo analisar as causas que estão na base destes cortes intempestivos em alguns bairros na cidade do Uíge, verificar a aplicação dos regulamentos do setor elétrico angolano em vigor e projetar a potência necessária a consumir num horizonte até 2025. Nesse sentido, através do simulador Power World analisamos duas fontes de tensão (Capanda com 220 kV e Luquixe com 15 kV), oito ramais, fluxos de potência e perdas previamente definidas: 20%, 60% e 100%. Os principais resultados mostraram que a fonte de Capanda apresenta diferenças de potência nos três casos analisados, sendo que a 20% existe um maior equilíbrio ao nível da tensão, com fluxo normal e insignificantes perdas de potência. Já com uma carga de 60% observou-se um maior desequilíbrio do nível da tensão, o fluxo torna-se mais intenso e com maiores perdas. Com uma carga de 100% o desequilíbrio é mais acentuado ao nível da tensão, fluxo muito mais intenso e com perdas muito significativas de potência. No que diz respeito à fonte de Luquixe esta apresenta-se equilibrada, pois há uma tensão idêntica em todos os pontos do ramal, fluxos de potência normais e insignificantes perdas de potência ativa e reativa, com as cargas previamente definidas. Verificou-se, também, que embora as normas e regulamentos do setor elétrico tenham uma obrigatoriedade de utilização, nem sempre estas são aplicadas na prática. Por último, a projeção da potência necessária a ser consumida até 2025 deverá passar de 23 MW para 36,6 MW.
