Percorrer por autor "Monteiro, Bruna"
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- Empatia e engagement com preditores do burnout em cuidadores formais de idosos [comunicação em evento científico]Publication . Monteiro, Bruna; Queirós, Cristina; Marques, AntónioO envelhecimento da população exige uma melhoria dos cuidados prestados aos idosos (Ozçakar et al., 2012), desempenhando os cuidadores formais um papel fundamental. Os riscos psicossociais associados a esta actividade têm sido estudados, nomeadamente o burnout (Cocco, 2010; Iordanou et al., 2009) e sua relação com a falta de empatia (Passalacqua & Segrin, 2012) e desmotivação para a tarefa (Schaufeli & Salanova, 2011), com prejuízos evidentes para o acto de cuidar. Verificar se a empatia e o engagement constituem preditores do burnout em cuidadores formais de idosos. Participaram 78 cuidadoras formais de idosos a trabalhar em lares e centros de dia do concelho de Castelo de Paiva, Aveiro, predominantemente casadas (83%), com filhos (85%), baixa escolaridade (59% com 9º ano), idade média 42,3 anos e média de tempo de serviço de 8,2 anos. Usou-se um questionário de auto-preenchimento com versões portuguesas da JSPE (Hojat et al., 2001; Rodrigues, 2008), UWES (Schaufeli & Bakker, 2003; Marques-Pinto & Picado, 2011) e MBI (Maslach & Jackson, 1997; Marques-Pinto & Picado, 2011). Encontraram-se baixos valores de burnout (EE=2,02; DP=0,92 e RP=5,30) e elevados niveis de engagement (entre 5,39 e 5,74) e empatia (5,77). A pouca empatia prediz 11% da exaustão e 18% da despersonalização, enquanto o alto engagement prediz 18% da realização pessoal. A motivação para a tarefa parece prevenir o burnout, mas é necessário investigar se a empatia evita o burnout (Kataoka et al., 2012) ou se é este que faz diminuir a empatia (Larson & Yao, 2005).
- Empatia e engagement como preditores do burnout em cuidadores formais de idososPublication . Monteiro, Bruna; Queirós, Cristina; Marques, AntónioO envelhecimento da população exige cuidar formalmente dos idosos, mas pode também desencadear no profissional burnout, diminuição da empatia e desmotivação, prejudicando o acto de cuidar. Pretende-se verificar se a empatia e o engagement são preditores do burnout, tendo participado 78 auxiliares (mulheres cuidadoras formais de idosos) a trabalhar em lares e centros de dia do concelho de Castelo de Paiva, Aveiro). Após autorização institucional aplicaram-se as versões portuguesas da JSPE (Hojat et al., 2001), UWES (Schaufeli & Bakker, 2003) e MBI (Maslach, Jackson, & Leiter, 1996). Encontraram-se baixos valores de burnout e elevados níveis de engagement e de empatia, verificando-se que a pouca empatia prediz 11% da exaustão e 18% da despersonalização, enquanto o alto engagement prediz 18% da realização pessoal. Concluiu-se que a motivação para a tarefa parece prevenir o burnout, sendo contudo necessário investigar se a empatia evita o burnout ou se este reduz a empatia.
