Percorrer por autor "Gomes, Bruno"
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- Redação de Documentos Académicos e CientíficosPublication . Cunha, Agostinho; Jesus, Ângelo; Oliveira, Ana Isabel; Silva, Ana Luísa; Madureira-Carvalho, Áurea; Gomes, Bruno; Pinho, Cláudia; Silva, Diana Dias da; Moreira, Fernando; Barreto, João Francisco; Santos, Marlene; Correia, Patrícia; Oliveira, Rita Ferraz; Azevedo, Rui; Ferreira, Sónia; Lima, Teresa; Jacinto, Tiago; Dias da Silva, Diana Cristina; Moreira, Fernando; Barreto, João Francisco; Santos, Marlene; Correia, Patrícia Carla dos Santos Correia; Ferraz Oliveira, RitaO livro, Redação de Documentos Académicos e Científicos pretende ser um manual abrangente e de apoio aos estudantes na produção de documentos de qualidade. Combina a teoria e a prática para responder às necessidades do percurso académico nas Ciências da Saúde. Encontra-se dividido em duas partes. A primeira parte aborda os fundamentos da comunicação científica: tipologias de trabalho, normas de formatação, estruturação de documentos e o processo de submissão e revisão de artigos. Inclui ainda capítulos essenciais sobre ética na investigação, combate ao plágio, identificação de revistas predatórias e compreensão de indicadores bibliométricos. A segunda parte apresenta orientações específicas para diferentes tipos de documentos: relatórios de estágio e laboratoriais, resumos científicos, posters, comunicações orais, projetos de investigação, artigos científicos e documentos de candidatura profissional (CV e cartas de apresentação). Com exemplos práticos, esquemas, diagramas e várias sugestões, o livro constitui uma ferramenta de consulta permanente, adequada tanto à aprendizagem inicial como ao aperfeiçoamento dos mais experientes. Este manual foi escrito por docentes e especialistas de várias áreas e instituições, num exercício de sinergia que pretende responder às especificidades do contexto académico nacional e europeu, preenchendo uma lacuna importante na literatura, em português, sobre comunicação científica.
- Transformar o jogo de azar online com tecnologias profundas: A perspetiva dos jogadoresPublication . Barroso, Beatriz C. R.; Cardoso, Leonor G.; Gomes, Bruno; Rocha, Carla; Morgado, Pedro; Marques, António; Queirós, Ricardo; Dores, Artemisa R.; Dores, ArtemisaAs tecnologias profundas são cada vez mais utilizadas para dar resposta a problemas de saúde pública. No contexto do jogo de azar online, estas tecnologias têm contribuído para personalizar as experiências dos utilizadores ao tornar os jogos mais interessantes e estimulantes. O aprimoramento constante da qualidade do jogo parece favorecer o desenvolvimento de comportamentos adictivos relacionados com o jogo. Este estudo insere-se num projeto mais abrangente que visa compreender se e como as tecnologias profundas podem promover práticas de jogo mais seguras e éticas, enquanto preservam o envolvimento. Para tal, pretende-se desenvolver um protocolo de entrevista a jogadores de jogos de azar online. Numa equipa multidisciplinar, criou-se o protocolo de uma entrevista semiestruturada para jogadores desta modalidade de jogo, independentemente do seu nível de risco ou dependência. O protocolo foi sujeito a uma administração piloto, seguida de reflexão falada. O protocolo é constituído por oito questões, organizadas em cinco categorias, que incluem: 1) experiência do jogador com os jogos e as tecnologias neles integradas; 2) envolvimento e riscos no jogo online; 3) medidas de prevenção e intervenção que podem ser incluídas na experiência de jogo; 4) ética e privacidade de dados dos jogadores; e 5) regulamentação e políticas. Análises preliminares das entrevistas piloto demonstraram a adequabilidade do protocolo, ademais os participantes demonstraram dificuldade com conceitos novos e tecnológicos (e.g., tecnologias profundas) que foram modificados e esclarecidos posteriormente. Emergiram como categorias preliminares de fatores críticos para a criação de um ambiente de jogo mais seguro e responsável, através da análise indutiva: ferramentas de autorregulação (e.g., autoexclusão, imposição de limites) e alertas personalizados para a monitorização do jogo e do comportamento do jogador (e.g., número de perdas e ganhos); medidas de apoio à saúde mental; preocupações com a privacidade dos dados e sensibilidade ao contexto social (e.g., regulamentação da publicidade ao jogo). Este protocolo será fundamental à realização de entrevistas a jogadores de jogos de azar online, que como parte de uma metodologia participativa, irá contribuir para o desenvolvimento de futuras políticas públicas e inovações tecnológicas que visem promover a saúde digital, principalmente no jogo online.
