Percorrer por autor "Bessa, Isabel Moura"
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- Efeito do exercício resistido no linfedema por carcinoma de mama: revisão sistemática de ensaios clínicos randomizadosPublication . Rodrigues, Elisa; Lopes, Sofia; Bessa, Isabel Moura; Brochado, GabrielaA literatura atual refere que a realização do exercício resistido em indivíduos com linfedema secundário ao cancro da mama, pode ser realizado sem risco de originar ou exacerbar o seu desenvolvimento, no entanto, a intensidade destes exercícios não é completamente conhecida. O objetivo do nosso trabalho foi de fornecer as evidências mais atuais sobre o efeito da intensidade/dose do exercício resistido em indivíduos com linfedema pós cancro da mama, no volume do braço, na dor e na qualidade de vida.
- Efeitos da mobilização posteroanterior unilateral da coluna lombar na extensibilidade neural e muscular bilateral dos isquiotibiais – ensaio controlado randomizadoPublication . Rodrigues, Elisa; Hilário, Daniela; Crasto, Carlos; Bessa, Isabel Moura; Rodrigues, Elisa; Crasto, Carlos; Moura Bessa, IsabelEvidências sugerem que a mobilização posteroanterior (PA) unilateral da coluna lombar influencia a extensibilidade neural no membro ipsilateral. No entanto, os seus efeitos no membro contralateral e a sua manutenção após 72 horas permanecem pouco claros. Analisar os efeitos da mobilização PA unilateral, aplicada de T12/L1 a L5/S1, nos componentes musculares e neurais dos isquiotibiais de ambos os membros, imediatamente e até 72 horas após a intervenção. Ensaio clínico randomizado com uma amostra de 26 indivíduos (19 a 35 anos), divididos em dois grupos: experimental (GE) e controlo (GC), cada um com 13 participantes. A avaliação foi realizada em quatro momentos distintos: antes (M0), imediatamente (M1), 24 horas (M2) e 72 horas (M3) após a técnica de mobilização PA unilateral à direita, grau III de Maitland, aplicada de T12/L1 a L5/S1 (30 segundos em cada nível). O teste de elevação da perna com joelho em extensão (SLR) foi utilizado para medir a extensibilidade neural, e o teste de extensão passiva do joelho (PKE), para a extensibilidade dos isquiotibiais, ambos aplicados bilateralmente. Um inclinómetro de bolha Baseline® (modelo 12-1056, Fabrication Enterprises; White Plains, Nova Iorque), foi colocado na parte superior da crista da tíbia e ajustado para 0⁰ na posição inicial, servindo como referência para registo dos ângulos. A fiabilidade intraobservador foi previamente confirmada num estudo piloto (ICC: 0,992–0,998). Foram aplicados o teste t para amostras independentes e emparelhadas, e ANOVA de medidas repetidas (α = 0,05). Não foram observadas diferenças significativas entre os grupos nos testes em momentos isolados. No entanto, o GE apresentou aumentos significativos na amplitude do teste SLR entre M0 e os momentos M1, M2 e M3 (~5⁰), bilateralmente. Não se verificaram diferenças significativas entre os grupos no teste PKE. A mobilização PA unilateral lombar à direita promove um aumento da extensibilidade neural bilateral que se mantém após 72 horas, sem efeitos relevantes na extensibilidade muscular dos isquiotibiais.
- Prevalence, characteristics, and impact of spinal and lower limb recurrent pain at age 13Publication . Rodrigues, Elisa; Bessa, Isabel Moura; Brochado, Gabriela; Carvalho, Paulo; Talih, Makram; Pires, Catarina; Lucas, Raquel; Rodrigues, Elisa; Moura Bessa, IsabelTo compare spinal and lower limb pain in adolescents regarding prevalence, characteristics, causes, and impact. Methods: A descriptive cross-sectional study was conducted in 13-year-old adolescents (female n=2210; male n=2353) from the Portuguese Generation XXI birth cohort. Data were collected between 2018 and 2020 through personal interviews by applying the Luebeck Pain Questionnaire. The pain features examined in each anatomical location (back and lower limb) were recurrence, duration, frequency, intensity, perceived causes, and impact on school and leisure activities. Frequencies and the Chi-square test were used. Results: Questionnaires from 4563 adolescents were analysed, 57.9% had pain in the last three months (main pain in the spine: 11.6%; main pain in the lower limb: 29.0%). Of those, 69.4% and 62.4% reported recurrent pain in the spine and lower limb, respectively. Recurrent pain was more frequent in girls than in boys (spine: 80.0%; 57.0%; lower limb: 70.4%; 58.1% respectively). Pain lasted more than three months in most adolescents (spine: about 60%; lower limb: above 50%); frequency was similarly high in both regions and both sexes (girls: 47.0%; boys: 45.7% in the spine; girls: 45.7%; boys: 40.3% in the lower limb); intensity was rated as high by girls (spine: 45.5%; lower limb: 47.3%) and moderate by boys (spine: 42.0%; lower limb: 41.0%). The leading causes of pain were daily living activities, both for the spine (girls: 65.9%; boys: 76.5%) and the lower limb (girls: 62.2%; boys: 72.1%). Psychosocial causes were the second most common cause of spinal pain (girls: 25.0%; boys: 21.0%). Other causes of lower limb pain were traumatic (girls: 25.5%; boys: 16.6%) and physical factors (girls: 20.7%; boys: 23.8%). Absences from school (girls: 11.7%; boys: 4.8%) and restrictions of leisure activities (girls: 20.7%; boys: 25.2%) were more related to pain in the lower limb. Conclusion: More than half of the adolescents reported spinal or lower limb recurrent pain, which presents a higher frequency, higher intensity, and longer duration in the spine. However, lower limb pain led to more concurrent limitations.
