Percorrer por autor "Alide, Atumane"
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- Acompanhamento clínico e laboratorial dos pacientes VIH colocados em modelos diferenciados de serviços para cuidados e tratamento, Nampula – Moçambique, 2020 [Poster]Publication . Alide, Atumane; Moreira, Fernando; Cruz, AgostinhoEm Moçambique vivem cerca de 2 milhões de pessoas com a infeção pelo Vírus de Imunodeficiência Humana, o que corresponde a uma taxa de prevalência de 13.5%. Face ao aumento dos pacientes em tratamento antirretroviral, o modelo clássico, em que o atendimento é mensal, tornou-se insustentável para dar resposta a todos os pacientes. Assim, o Ministério de Saúde de Moçambique implementou os modelos de atendimento diferenciado, que incluem consultas mais espaçadas no tempo para pacientes com carga viral indetetável ou suprimida. Admite-se que, a monitorização da carga viral tem vindo a ser realizada de forma deficiente, na maioria das Unidades Sanitárias que não têm capacidades laboratoriais para o efeito. Compreender a dinâmica clínica e laboratorial de integração dos pacientes em modelos diferenciados, no Centro de Saúde 25 de setembro, da cidade de Nampula.
- Acompanhamento clínico e laboratorial dos pacientes VIH colocados em Modelos diferenciados para cuidados e tratamento, Nampula-Moçambique, 2020Publication . Alide, Atumane; Cruz, Agostinho Luís da Silva; Moreira, Fernando Xavier FerreiraEm Moçambique vivem cerca de 2 milhões de pessoas com a infeção pelo Vírus de Imunodeficiência Humana, o que corresponde a uma taxa de prevalência de 13.5%. Face ao aumento dos pacientes em tratamento antirretroviral, o modelo clássico, em que o atendimento é mensal, tornou-se insustentável para dar resposta a todos os pacientes. Assim, o Ministério de Saúde de Moçambique implementou os modelos de atendimento diferenciado, que incluem consultas mais espaçadas no tempo para pacientes com carga viral indetetável. Compreender a dinâmica clínica e laboratorial de integração dos pacientes em modelos diferenciados, no Centro de Saúde 25 de Setembro da cidade de Nampula. Realizou-se um estudo descritivo, com amostragem probabilística, estratificada e proporcional, de 460 pacientes. Os dados foram obtidos através de processos clínicos, posteriormente tratados estatisticamente no programa SPSS, versão 26. A amostra incluída no estudo é composta maioritariamente por mulheres (71.3%) e 53.9% dos indivíduos apresenta idades compreendidas entre os 21 e os 40 anos. Observou-se que 85.2% dos pacientes foram integrados no fluxo rápido, 30.2% dos pacientes encontra-se no estadio I, 38.9% no estadio III. Verificou-se que, 4.3% dos pacientes foram integrados nos modelos com carga viral detetável e 4.6% não tinham realizado exames de carga viral. A percentagem de pacientes sem exame da carga vira subiu para 11.5%, um ano após a integração nos modelos. Os resultados sugerem alguma inconsistência na integração dos pacientes nos modelos diferenciados, bem como fragilidades no seguimento dos pacientes.
