Percorrer por autor "Sousa, Ana Catarina"
A mostrar 1 - 2 de 2
Resultados por página
Opções de ordenação
- Atividade física, ansiedade e gravidezPublication . Sousa, Ana Catarina; Santos, Paula; Teixeira, RicardoIntrodução: A gravidez e a prática da atividade física (AF) são temas ainda pouco abordados na nossa sociedade. Muitas mulheres sofrem de ansiedade no período pré-natal e não conhecem os benefícios que a prática da AF tem sobre a mesma. Estudos demonstram que a AF está associada à diminuição da ansiedade, contudo poucos avaliam este efeito na gravidez. Objetivo(s): Os objetivos deste estudo foram classificar o nível de AF das grávidas; avaliar os sintomas de ansiedade e analisar a associação entre os níveis de ansiedade e a AF das gestantes. Métodos: Trata-se de um estudo longitudinal prospetivo, realizado numa amostra de 56 grávidas com idades entre os 18 e os 37 anos (29,14 ±4,641 anos). As participantes foram avaliadas em dois momentos, T1 (10-12 semanas gestacionais) e T2 (20-22 semanas gestacionais), tendo sido mensurada a AF com acelerómetros GTX3 e a ansiedade com a escala de Zung. Resultados: A média da AF leve e moderada não apresentou diferenças entre os dois momentos de avaliação; contudo, verificou-se uma tendência para a AF leve diminuir do primeiro para o segundo trimestre (1283,88 ± 530,37 vs 1098,16 ± 489,72 counts/min total semana; p=0,459) e a AF moderada aumentar (2470,62 ± 404,50 vs 2528,55 ± 493,05 counts/min total semana; p=0,459). A maioria das grávidas não cumpriu as recomendações da ACSM nos dois momentos de avaliação (T1: 72,1% e T2: 73,2%) (p=0,06). Não se verificaram diferenças no estado de ansiedade das grávidas de T1 para T2. 10,7% das grávidas apresentaram ansiedade em T1 e 7,1% em T2 (p=0,063). Cumprir ou não as recomendações da ACSM não esteve associado ao estado de ansiedade. Conclusão: Neste estudo verificámos que a maioria das gravidas não cumpre as recomendações da AF segundo ACSM, os níveis de ansiedade não diferiram ao longo da gravidez, verificámos ainda que o cumprimento das recomendações da AF não está associado aos níveis de ansiedade.
- Bioactive contact lens incorporating umbilical cord-derived Mesenchymal Stem Cell Secretome for corneal regenerationPublication . Coutinho, Ana; Sousa, Ana Catarina; Maurício, Ana ColetteCorneal injuries and degenerative corneal disorders remain a significant clinical challenge, as impaired tis-sue regeneration can lead to corneal opacity, neovas-cularization, and progressive vision loss [1,2]. Current therapeutic approaches, including topical eye drops and corneal transplantation, are limited by poor bio-availability, insufficient regenerative potential, and the risk of immune rejection [3]. Therefore, there is a pressing need for innovative, non-invasive strategies capable of restoring corneal function. In this context, conditioned medium derived from umbilical cord mes-enchymal stem cells (UC-MSCs), rich in bioactive fac-tors (secretome), has shown promising regenerative and immunomodulatory effects in corneal repair. This study aims to develop a bioactive contact lens as a non-invasive therapeutic platform for corneal regener-ation. The system is based on a hydrogel composed of polyvinyl alcohol (PVA), hyaluronic acid (HA), and UC-MSC-derived conditioned medium. Prior to incorpo-ration, the secretome will be characterized to identify key biomarkers associated with immunomodulation and tissue regeneration and validated in vitro through cytocompatibility and cell migration (scratch) assays. The bioactive contact lenses will be fabricated using mold-based techniques to ensure reproducible geom-etry and structural consistency. Within the hydrogel matrix, PVA provides mechanical stability and flexi-bility, while HA enhances hydration, biocompatibility, and mimics native corneal properties, contributing to comfort and biological performance. This platform enables sustained and localized delivery of bioactive factors directly to the injured corneal surface. The re-sulting hydrogel will undergo physicochemical charac-terization using Fourier Transform Infrared Spectros-copy (FTIR) and Scanning Electron Microscopy (SEM). Biological performance will be evaluated in vitro using corneal epithelial cells under conditions that mimic the ocular environment. Overall, this work proposes a promising cell-free regenerative strategy for corneal wound healing, with the potential to enhance epitheli-al repair, reduce fibrosis, and improve visual outcomes.
