Percorrer por autor "Ribeiro, Ana"
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- Da (in)diferença à intervenção: o contributo da educação intercultural na Educação EspecialPublication . Ribeiro, Ana; Cruz, Mário; Cavalcanti, JoanaNa sociedade contemporânea, a educação tornou-se um desafio porque a escola e a sociedade vivem numa constante dicotomia à qual os especialistas chamam de "daltonismo cultural" contrapondo ao "apelo" (in)consciente dos alunos que reflectem o "arco-íris" da diversidade da nossa heterogénea sociedade. Reconhecemos que a sociedade delega na escola o papel primordial da educação e que esta reflecte o desenvolvimento da sociedade que apela a uma educação intercultural e inclusiva, para que todos os alunos, independentemente das suas necessidades e especificidades, tenham direito a uma educação efectiva e valorativa. Assim sendo, esta irá procurar compreender os caminhos do "Movimento Escola Inclusiva" e da interculturalidade, passando pela compreensão destes fenómenos que se inter-relacionam e complementam. Para além de uma visão global desta temática, iremos incidir a nossa atenção no âmbito da Educação Pré-escolar. A escolha deste nível educativo teve em consideração a realização de um estudo de caso acerca do trabalho transdisciplinar entre docente (educador de infância) e terapeutas (ocupacional e da fala) para a inclusão de uma criança, de cinco anos de idade, com características do espectro do autismo numa sala do Pré-escolar no Grande Porto, Portugal.
- Doce matemáticaPublication . Barros, Ana; Ribeiro, Ana; Santos, Helena; Couto, Angela; Maia-Lima, Cláudia
- Metodologias ágeis e ensino invertido na engenharia: um caso de aplicação realPublication . Correia, Miguel; Ribeiro, Ana; Costa, Bruno; Costa, Patrick; Pereira, Alberto; Cardoso, MarílioEste artigo apresenta um estudo de caso sobre a integração de metodologias ágeis, concretamente Scrum, e a aplicação do modelo de ensino invertido (Flipped Learning) no contexto do ensino superior. O objetivo central foi o desenvolvimento de um Portal do Colaborador, uma aplicação web funcional e escalável, denominada SmarterHUB, destinada à gestão interna de recursos humanos. O estudo decorreu em quatro semanas intensivas, combinando learning by doing, interdisciplinaridade e trabalho em equipa, sustentado pelos princípios do Flipped Learning Framework.
- Pharmacogenomics and substance use disorders in Portugal: bridging the gap between scientific evidence and drug labellingPublication . Torres, Ana; Ribeiro, Ana; António, Jéssica; Santos, Marlene; Santos, MarleneSubstance use represent a major global public health burden requiring pharmacological interventions grounded in robust scientific evidence (1). Pharmacogenomics offers a critical framework for personalised medicine by tailoring therapies to indi-vidual genetic profiles an approach particularly rele-vant in addiction treatment (2). To evaluate the degree of alignment between current pharmacogenomic evidence and regulatory documents, namely Summaries of Product Characteristics (SPCs) and Patient Information Leaflets (PILs), for drugs classified under the WHO N07B group and bupropion (N06AX). A structured review was conducted for drugs spanning ATC subgroups: N07BA (varenicline, cytisinicline, nicotine); N07BB (disulfiram, naltrexone, nalmefene); N07BC (methadone, buprenorphine, buprenorphine/naloxone); and bupropion (N06AX) (3). SPCs and PILs were retrieved from Infomed (4). Pharmacogenomic evidence was systematically sourced from CPIC guidelines and PharmGKB annotations (5). For each drug, the presence, accuracy, and completeness of pharmacogenomic information in regulatory documents were assessed against these reference databases, with particular focus on clinically actionable genedrug interactions involving variants such as CYP2D6, ADH1B, ALDH2, and CHRNA5. Genetic variants including CYP2D6, ADH1B, ALDH2, and CHRNA5 are established modulators of drug metabolism and dependence susceptibility across this therapeutic class. Nevertheless, SPCs and PILs for the ma-jority of reviewed drugs contain absent or outdated pharmacogenomic information, with poor alignment to current CPIC and PharmGKB recommendations. Better incorporation of validated genetic data into SPCs and PILs would strengthen clinical decision making, and support treatment personalisation, in the management of substance use disorders.
- Polimedicação em idosos: adesão e interaçõesPublication . Borges, Teresa; Tavares, Esperança; Ribeiro, Ana; Silva, InêsO número de idosos aumentou de uma maneira muito significativa nos últimos anos, sendo por isso um tema emergente. Cada vez mais esta faixa da população é polimedicada, muitas vezes devido a doenças crónicas, prolongando assim a sua vida. Devido a esta polimedicação, constituída por terapêuticas farmacológicas complexas, existem muitas vezes interações farmacológicas que comprometem o resultado esperado da terapêutica instituída. A adesão à terapêutica pode estar ainda comprometida com o grande número de fármacos administrados, alterando o resultado esperado dos tratamentos. Descrever os níveis de adesão à terapêutica em idosos polimedicados, nomear as razões que afetam essa adesão; identificar o número médio de interações farmacológicas por cada idoso polimedicado, bem como a severidade dessas interações. Estudo transversal, quantitativo, descritivo simples, por aplicação de um questionário. Amostra: 51 idosos, com idade superior a 60 anos, com pelo menos 1 medicamento prescrito por dia, terapêutica instituída há pelo menos meio ano resultante de uma patologia diagnosticada e autónomos na administração dos medicamentos. O estudo foi realizado na região Norte do País. Recorreu-se ao MEDSCAPE, um simulador virtual de interações farmacológicas, para a elucidação sobre o número e a gravidade das interações farmacológicas. A amostra era constituída por 55% de idosos do sexo feminino e 45% de idosos do sexo masculino, maioritariamente com idades entre 70 e 79 anos, sendo a maior parte deles casados, e vivendo acompanhados. Grande parte da amostra faz entre 4 a 6 medicamentos por dia. O principal motivo de não adesão à terapêutica é o esquecimento, e 57% da amostra apresenta algum tipo de interação medicamentosa. O aumento da esperança média de vida levou ao aparecimento de diversas patologias relacionadas com a idade, aumentando assim o número de idosos polimedicados. Verificou-se que vivendo acompanhados os idosos aderem mais à terapêutica pois são muitas vezes alertados pelos seus cuidadores sobre a importância do cumprimento rigoroso da terapêutica. O esquecimento continua a ser o principal motivo de não adesão à terapêutica, podendo dever-se a fatores emocionais ou problemas clínicos, deterioração das funções cognitivas ou ainda a efeitos de outros medicamentos. Quanto ao número de interações farmacológicas encontradas nas prescrições da amostra, estas variam entre 0 e 25 por pessoa, o que nos leva a pensar que ainda existe grande dificuldade por parte dos clínicos em encontrar medicamentos adequados para a patologia em questão, mas que não tenham qualquer interação com outras patologias associadas.
