Percorrer por autor "Macedo, Armando Filipe Lopes de"
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- Estudo numérico da fratura em modo misto de juntas adesivas pelo ensaio single-leg bendingPublication . Macedo, Armando Filipe Lopes de; Campilho, Raul Duarte Salgueiral GomesÉ um facto que, desde o início do seculo XX, os adesivos têm sido cada vez mais utilizados, nas mais diversas indústrias, e até substituindo outros métodos de ligação mecânica, como por exemplo as ligações aparafusadas e rebitadas. Atualmente a utilização de adesivos é imprescindível, devido às claras vantagens que a utilização de ligações adesivas traz às aplicações, como é o caso do bom comportamento sob cargas cíclicas ou fadiga, ou a redução de peso de toda a estrutura onde estão inseridas, devido ao facto de serem mais leves do que as outras ligações. Outra grande vantagem deste tipo de ligações é permitir ligar diferentes tipos de materiais com uma menor concentração de tensões. No projeto de juntas adesivas é importante prever o seu comportamento aos esforços a que estas vão estar sujeitas e determinar com grande precisão as propriedades de fratura. Para esse efeito, a análise numérica pelo Método de Elementos Finitos (MEF), complementado pelos Modelos de Dano Coesivo (MDC), adquire uma particular importância. No presente trabalho é realizada uma análise numérica, pelo MEF, utilizando um modelo de dano triangular, do comportamento à fratura de um adesivo estrutural em função da espessura do adesivo (tA). Como valores base foram utilizados dados experimentais de um trabalho previamente realizado, ao adesivo Sikaforce®7752, de modo a estudar as suas propriedades de fratura. O adesivo foisolicitado em modo misto, e para esse efeito foi utilizado o ensaio Single-Leg Bending (SLB) e vários valores de tA. Depois de feitas as simulações numéricas foi possível comparar as curvas força-deslocamento (P-δ). experimentais e numéricas de modo a confirmar e prever com precisão a resistência mecânica e respetivas propriedades de fratura do adesivo (taxa de libertação de energia de deformação crítica em modo I, GIC, e modo II, GIIC). No trabalho experimental foi obtido o envelope de fratura para uma das tA estudadas e realizadas as respetivas simulações numéricas. Foi possível obter os envelopes de fratura para todas as tA, sendo assim possível comparar e discutir os resultados obtidos, no sentido de averiguar se o critério de rotura obtido foi o mais adequado. Nos ensaios numéricos foi possível retratar o comportamento verificado nos ensaios experimentais, com algum desvio nos valores obtidos nos envelopes de fratura para as tA mais elevadas, mas os critérios de propagação escolhidos foram validados através da análise da comparação entre os resultados experimentais e numéricos.
