Logo do repositório
 
A carregar...
Miniatura
Utilize este identificador para referenciar este registo.
Nome:Descrição:Tamanho:Formato: 
COM_GustavoAlves_DEE_2_2001.pdf15.63 KBAdobe PDF Ver/Abrir

Orientador(es)

Resumo(s)

Os dispositivos lógicos reconfiguráveis, nomeadamente as FPGAs (Field Programmable Gate Arrays), conheceram uma considerável expansão nos últimos anos. A utilização deste tipo de componentes permite uma poupança de espaço nas placas de circuito impresso e uma mais rápida transição do projecto para o mercado, com um nível inigualável de flexibilidade quando comparado com a tradicional lógica discreta com funcionalidade pré-definida. Estas vantagens foram reforçadas pelo recente aparecimento de FPGAs dinâmica e parcialmente reconfiguráveis (de que a família Virtex da Xilinx é um exemplo), as quais permitem a adaptação dinâmica das funções implementadas pelo hardware a uma aplicação ou a um sistema em particular, sem interromper o funcionamento de todo o sistema, isto é, a funcionalidade destes dispositivos pode ser modificada sem que tal implique a sua paragem ou a do sistema em que se encontram inseridos. Esta nova possibilidade levanta, no entanto, uma questão: como garantir que, independentemente da funcionalidade implementada após múltiplos processos de reconfiguração, o sistema continua a operar sem falhas? Este trabalho procura dar resposta a esta questão propondo um novo método de teste estrutural concorrente, baseado no princípio da replicação e libertação de recursos para serem testados.

Descrição

Palavras-chave

FPGAs Dispositivos lógicos reconfiguráveis

Contexto Educativo

Citação

Projetos de investigação

Unidades organizacionais

Fascículo