Oliveira, Ana Isabel de Freitas Tavares deRibeiro, Iara Santos2026-03-062026-03-062025-09-26http://hdl.handle.net/10400.22/32009A exposição excessiva à radiação ultravioleta constitui o principal fator de risco modificável para o desenvolvimento de cancro da pele e fotoenvelhecimento. Assim, a fotoproteção adequada desempenha um papel fundamental na prevenção destes efeitos adversos. Avaliar os hábitos de fotoproteção da população portuguesa adulta, bem como identificar barreiras, facilitadores e crenças associadas a este comportamento. Estudo observacional, descritivo e transversal, com recolha de dados online, através de um questionário de autopreenchimento. Participaram 686 indivíduos. Embora a maioria da amostra reconheça a importância da fotoproteção, esta ocorre mais frequentemente na praia (75,7%) do que no quotidiano (45,2%) e a reaplicação é inexistente para muitos (39,4%). As principais motivações de quem usa protetor solar diariamente são a prevenção do fotoenvelhecimento (48,7%) e cancro da pele (33,5%). O esquecimento de aplicar e desconforto sensorial constituíram as principais barreiras de quem nunca ou raramente utiliza protetor solar. Verificaram-se diferenças significativas entre género (p‹0,001), sendo o sexo feminino o que revela maior adesão aos comportamentos de fotoproteção. Apesar do conhecimento existente, a adoção de hábitos de fotoproteção ainda é limitada. Estratégias direcionadas e adaptadas aos diferentes perfis da população são necessários para promover mudanças nos hábitos da população portuguesa.porHábitos de fotoproteçãoPerceçãoBarreirasMotivaçãoPopulação portuguesaHábitos de fotoproteção: Perceção da população portuguesamaster thesis204189330