Gonçalves, LuísaTouabet, MyriamVieira, ÁgataVieira, Ágata2026-01-282026-01-282025-12-16Gonçalves, L., Touabet, M., & Vieira, Á. (2025). Exercício em meio aquático e capacidade funcional – um estudo em adultos mais velhos. RIAGE - Revista Ibero-Americana de Gerontologia, NA, 8, 693–706. https://doi.org/10.61415/riage.4322795-5559http://hdl.handle.net/10400.22/31748O treino aquático é eficaz na manutenção e melhoria da capacidade funcional em adultos mais velhos, aproveitando as propriedades físicas e hidrodinâmicas da água para contrabalançar o declínio associado ao envelhecimento. Avaliar a capacidade funcional de adultos mais velhos praticantes de exercício aquático e analisar a sua associação com caraterísticas individuais: sociodemográficas, comportamentais e estado de saúde. Foi realizado um estudo transversal analítico em 41 voluntários, com idade superior a 65 anos, que realizavam exercício aquático duas vezes por semana (Aprovação Ética nº 38/CE-IPSN/2024). As caraterísticas dos participantes foram recolhidas por questionário e a capacidade funcional (independência, mobilidade e risco de queda) foi avaliada através dos testes Five Time Sit-To-Stand (5xSTS) e Timed Up and Go (TUG). A análise estatística foi realizada (SPSS v.29.0) com um nível de significância ⍺=0,05. Com uma mediana de idade de 68 (±7,00) anos, trinta e três (80,5%) participantes eram do sexo feminino. Os participantes apresentaram uma mediana de 9,2 (± 2,74) segundos, sendo que 90,2% tinham mobilidade sem risco de queda (5xSTS), e uma mediana de 9,7 (± 3,34) segundos, sendo que 61% dos participantes eram totalmente independentes (TUG). Não foi encontrada uma associação estatisticamente significativa entre as pontuações do 5xSTS e as caraterísticas individuais (p>0,05). A idade apresentou correlação positiva moderada estatisticamente significativa (p=0,005; r=0,433) com as pontuações do TUG. Os indivíduos com défices de visão (p=0,016) ou doença física/mental (p=0,030) apresentaram pontuações superiores no TUG. A maioria dos participantes apresentou mobilidade e independência funcional, sem risco de queda. Nesta amostra, a idade avançada, os défices de visão e a presença de patologia parecem ter um impacto negativo nos níveis de capacidade funcional (TUG).porCapacidade físicaEnvelhecimentoIdosos ativosMobilidadePromoção de saúdeExercício em meio aquático e capacidade funcional – um estudo em adultos mais velhosWater-based exercise training and funcJonal capacity in el-derly subjectsresearch article10.61415/riage.432