Veloso, Maria Manuela RibeiroTallone, Laura2012-06-152012-06-152010http://hdl.handle.net/10400.22/147Orientadoras: Doutora Manuela Veloso, Mtre. Célia SousaSão variadas as formas de traduzir e diversos os parâmetros para avaliar uma tradução. Aquando da publicação, em 1720, da Ilíada de Alexander Pope, e apesar de ser considerada uma obra-prima por Samuel Johnson, o académico clássico Richard Bentley escreveu um comentário lapidário, e hoje célebre: “a pretty poem, Mr. Pope, but you must not call it Homer” (apud. Zerby, 2002: 56). Ao longo da História foram variando não só os preceitos daquilo que devia constituir uma ‘boa tradução’, mas, como a afirmação de Richard Bentley ilustra, o próprio conceito do que é ou não uma tradução foi sofrendo alterações. Enquanto desde a Antiguidade até à Renascença, a tradução era vista como um acto de apropriação do texto original que servia para enaltecer ou enriquecer a dimensão estética da língua de chegada, tornando a preservação das características inerentes ao original num aspecto secundário, a partir do século XIX verifica-se uma viragem em que prevalece a necessidade de conservar na tradução aqueles aspectos que permitam ao leitor aceder, ainda que por interposta pessoa, às particularidades distintivas do texto original (Schulte e Biguenet, 1992: 2-3)...porTradução especializadaDa leitura à rescrita: o processo de tradução de “Nota al pie”, de Rodolfo Walshmaster thesis201635143