Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.22/762
Título: O sentir do terapeuta ocupacional na relação terapêutica
Autor: Palhau, Delfina Maria Trabulo
Orientador: Marques, António
Data de Defesa: 2010
Editora: Instituto Politécnico do Porto. Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Porto
Resumo: A literatura específica e o percurso da terapia ocupacional ilustram a continua preocupação e a percepção da importância da relação terapeuta/cliente para o sucesso da ocupação terapêutica e consequentes resultados positivos da terapia. Isto não significa que exista um grande aprofundamento desta temática e consensos quanto aos factores e competências que a influenciam e lhe estão inerentes. Apesar de haver algumas referências de como o terapeuta deve estar, não tem sido abordado como o terapeuta sente e vive a relação terapêutica. O objectivo principal deste estudo é contribuir para a importância da postura técnica e simultaneamente subjectiva de cada terapeuta ocupacional, no contexto terapêutico. Pretende-se perceber a forma como o terapeuta ocupacional vivência alguns aspectos que o acompanham no processo terapêutico que é manifesto nas suas atitudes e se reflectem na qualidade da intervenção terapêutica e complementarmente na sua vivência pessoal. Usou-se a metodologia qualitativa, a entrevista semi-estruturada e a análise de conteúdo, por valorizar a subjectividade, indo ao encontro do objectivo definido. A amostra integrou vinte terapeutas ocupacionais, com mais de dez anos de experiência profissional e cinco da actual área de especialização profissional - Crianças e Jovens; Medicina Física e Reabilitação, Saúde Mental Adultos e outra de diversos (Toxicodependência, Geriatria e Comunidade). Concluímos que a relação terapêutica em terapia ocupacional é referida como sendo o primeiro passo no investimento terapêutico, para a maioria não é considerada um procedimento técnico, mas produto do bom senso, “dom” da pessoa / terapeuta e vivenciam as emoções e sentimentos do contexto terapêutico, solitariamente e ou com a família, alguns com colegas e poucos numa equipa organizada.
The specific Literature and the route of occupational therapy illustrate the continuing concern and the awareness of the importance of the relationship between therapist and client to the success of therapeutic occupation and subsequent positive results of therapy. This does not mean that there is a deeper understanding of this subject and consensus on the factors and skills that influence and are inherent to it. Although there are some references on how the therapist should behave, there have not been any references addressed on how the therapist feels and lives the therapeutic relationship. The main objective of this study is to contribute to the importance of both subjective and technical posture of each occupational therapist in a therapeutic context. One expects to understand how the occupational therapist experience some aspects that accompany the therapeutic process that is expressed in their attitudes and are reflected in the quality of therapeutic intervention and in addition in their personal lives. It was used the qualitative methodology, semi-structured interviews and content analysis, for valuing subjectivity, meeting the target set. The sample integrated twenty occupational therapists with over ten years of experience and five in the current area of professional expertise – Children and Youth, Physical Medicine and Rehabilitation, Adult Mental Health and several other (Drug addiction, Geriatric and Community). It was concluded that the therapeutic relationship in occupational therapy is referred to as the first step in the therapeutic investment, for the majority it is not considered a technical procedure, but a product of common sense, a "gift" of a person / therapist and they experience the emotions and feelings of this therapeutic context, alone and/ or with their family, with some colleagues and few integrated in an organized team.
Littérature et l'itinéraire précis de l'ergothérapie illustrent la préoccupation continue et de sensibilisation à l'importance de la relation entre le thérapeute et son client à la réussite de l'occupation thérapeutiq ue et par conséquent les résultats positifs de la thérapie. Cela ne signifie pas qu'il ya une compréhension plus profonde de ce grand consensus et sur les facteurs et les compétences qui influencent et sont inhérents. Bien qu'il existe des références sur l a façon dont le thérapeute doit être, n'a pas été abordé que le thérapeute se sent et vit la relation thérapeutique. L'objectif principal de cette étude est de contribuer à l'importance de la posture subjective et technique de chaque ergothérapeute dans un contexte thérapeutique. Vous voulez voir comment l'expérience ergothérapeute certains aspects qui accompagnent le processus thérapeutique qui est manifeste dans leur attitude et se reflètent dans la qualité des interventions thérapeutiques et complémentai res dans leur vie personnelle. Nous avons utilisé la méthodologie qualitative, des entretiens, semi - structurés et l,analyse de contenu, pour évaluer la subjectivité, éteindre l’objectif fixé. Un échantillon intégré vingt ergothérapeutes avec plus de dix an nées d'expérience et cinq de la zone actuelle de l'expertise professionnelle - Enfance et jeunesse, médecine physique et réadaptation, santé mentale pour adultes et plusieurs autres (toxicomanie, gériatrique et communautaire). Nous concluons que la relatio n thérapeutique en ergothérapie est appelé la première étape thérapeutique dans l'investissement pour la plupart n'est pas considérée comme une procédure technique, mais un produit de bon sens, «don» de la personne / thérapeute et de l'expérience des émoti ons et des sentiments de son contexte thérapeutiques, et solitaire ou en famille, avec quelques collègues et une équipe de quelques organisée.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.22/762
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