Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.22/4728
Título: Testes de endurance do tronco: diferenças entre indivíduos com e sem dor lombo-pélvica e o efeito de programas de exercício de controlo motor
Autor: Magalhães, Ana Rita da Silva
Orientador: Carvalho, Paulo
Palavras-chave: Dor lombo-pélvica
Exercícios de controlo motor
Testes de endurance do tronco
Pilates
McGill
Lumbopelvic pain
Motor control exercises
Trunk muscles endurance
Data de Defesa: 2014
Editora: Instituto Politécnico do Porto. Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Porto.
Resumo: Introdução: em indivíduos com dor lombo-pélvica (LPP), parece existir uma alteração de controlo motor e diminuição da endurance dos músculos do tronco. A realização de exercícios de controlo motor pode melhorar a endurance dessa musculatura e consequentemente o controlo motor. Objetivos: detetar diferenças nos tempos e rácios de endurance dos músculos do tronco em indivíduos com e sem dor lombo-pélvica e avaliar o efeito de dois programas de exercícios de controlo motor (segundo Richardson e segundo McGill) nos mesmos outcomes em indivíduos com LPP. Métodos: estudo transversal com uma amostra de 111 indivíduos, 52 para o grupo sem dor (NLPP) e 59 para o com LPP e estudo experimental, constituído pelos indivíduos LPP (59), alocados nos grupos de Pilates (20), McGill (20) ou no grupo controlo (19). Avaliaramse os tempos obtidos nos testes de endurance para os músculos extensores, flexores, flexores laterais direitos e esquerdos do tronco e respetivos rácios, tendo em conta o modelo de McGill. As avaliações dos grupos do estudo experimental realizaram-se antes e após as 8 semanas de exercício. Resultados: os indivíduos com LPP apresentaram tempos e rácios de endurance significativamente inferiores aos indivíduos NLPP (p<0.001). Após as 8 semanas de exercício, registaram-se diferenças estatisticamente significativas entre os grupos em todos os testes de endurance, sendo que o grupo de McGill apresentou tempos significativamente superiores aos do grupo de Pilates para os músculos flexores (p=0.001), flexores laterais direitos (p=0.002) e esquerdos (p=0.009). Quanto aos rácios de endurance, não se detetaram apenas diferenças estatisticamente significativas no rácio flexão lateral esquerda/extensão. Conclusão: os indivíduos com LPP apresentaram tempos e rácios de endurance do tronco inferiores aos dos indivíduos sem dor. Ambos os programas de exercícios melhoraram os tempos e os rácios de endurance, tendo existido uma tendência para melhores resultados na abordagem segundo McGill
Introduction: In subjects with lumbopelvic pain (LPP), there seems to be an alteration of motor control and diminution of trunk muscles endurance. The practice of motor control exercises can improve the endurance of that musculature and consequently the motor control. Objective: To detect differences in trunk muscles endurance times and ratios in subjects with and without lumbopelvic pain and to evaluate the effect of two motor control exercises program (McGill and Richardson) in the same outcomes, in subjects with LPP. Methods: Cross-sectional study with a sample of 111 subjects, 52 for the without lumbopelvic pain group (NLPPG) and 59 for LPPG and experimental study, constituted by LPPG (59), allocated in the Pilates (20), McGill (20) and control (19) groups. Were evaluated the endurance times in the endurance tests for extensors, flexors and lateral flexors and respective ratios, according the model of McGill. The experimental study evaluations were realized before and after 8 weeks of the application of both exercises program. Results: LPPG had endurance times and ratios significantly lower compared with NLPPG (p<0.001). After 8 weeks of exercise, there were significant differences in inter-group comparison in all endurance tests, where McGill group had times significantly higher comparing with Pilates group for flexors (p=0.001), rights lateral flexors (p=0.002) and lefts (p=0.009). Relatively to endurance ratios, there were only no significant differences in left side-bridge/extension. Conclusion: LPPG had trunk muscles endurance times and ratios lower comparing with NLPPG. Both exercise programs improved endurance times and ratios, where there was a tendency to better results in the McGill approach
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.22/4728
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