Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.22/4357
Título: Comparação do efeito da técnica de facilitação neuromuscular proprioceptiva com a técnica de músculo energia no alongamento muscular dos isquiotibiais a curto prazo
Autor: Silva, Paula Ramos Tavares da
Orientador: Macedo, Rui
Santos, Rubim
Palavras-chave: Flexibilidade
CRCA
TME
Percepção ao esforço.
Flexibility
CRAC
MET
Perceived effort
Data de Defesa: 2013
Editora: Instituto Politécnico do Porto. Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Porto
Resumo: Introdução: A aplicação das técnicas de Contrair-Relaxar com Contracção do Antagonista (CRCA) e de Músculo Energia (TME) promovem um aumento da flexibilidade muscular, contudo poucos estudos comparam a eficácia de ambas. Apresentam aspectos comuns como a contracção prévia do músculo a alongar sendo esta máxima na CRCA e uma percentagem da máxima na TME. Contudo, alguma evidência sugere que não existe correspondência entre a força produzida e a desejada pelo que este aspecto da TME carece de explicação. Objectivos: Confirmar se a técnica CRCA e a TME são efectivas no alongamento muscular dos isquiotibiais a curto prazo, caso sejam determinar qual a mais efectiva. Pretende-se ainda avaliar se a percepção ao esforço durante a aplicação da TME corresponde à força efectivamente realizada. Métodos: Efectuou-se um estudo experimental com 45 voluntários distribuídos aleatoriamente pelos grupos CRCA, TME e Controlo. Avaliou-se a amplitude articular passiva de extensão do joelho antes e depois de aplicar as técnicas, utilizando um goniómetro. Nos participantes submetidos à TME avaliou-se a percepção ao esforço, solicitando uma contracção submáxima isométrica de 40% medida através do dinamómetro de mão. Resultados: Verificou-se um efeito das técnicas entre as avaliações (Teste ANOVA medidas repetidas factor tempo: p<0,001) e entre os grupos (tempo*grupo: p<0,001). Comparando os grupos dois a dois, verificaram-se diferenças entre o grupo CRCA e o grupo Controlo (Teste Post Hoc Games-Howell: p=0,001) e entre o grupo TME e o grupo Controlo (p=0,009), não existindo diferenças entre os grupos CRCA e TME (p=0,376). Os grupos CRCA e TME obtiveram um ganho de 10,7º e de 11,4º respectivamente, não havendo diferenças significativas entre os ganhos (Teste T-Student Independente: p=0,599). Existiram diferenças significativas entre os 40% CMVI produzida e desejada (Teste Wilcoxon: p=0,018). Conclusão: Ambas foram efectivas no aumento da flexibilidade muscular dos isquiotibiais a curto prazo. Os efeitos foram comparáveis, mas dada a menor complexidade e menor solicitação a TME foi considerada mais eficiente. A percepção ao esforço durante a aplicação da TME não correspondeu ao esforço desejado, existindo uma tendência para a produção de intensidades de contracções maiores.
Background: The application of the Contract-Relax with Antagonist Contraction (CRAC) and Muscle Energy Techniques (MET) increased muscle flexibility, yet few studies have compared the effectiveness of both. Exhibit common features such as muscle contraction prior to stretch and this is maximum in CRAC and a maximum percentage in the MET. However some evidence suggests that there is no correspondence between the desired and the produced force whereby this aspect of MET explanation is needed. Objectives: Confirm if CRAC and MET are effective in stretching the hamstring muscle in the short term, if both are determine the most effective. Another objective is to evaluate whether perceived effort during the application of MET corresponds with the force actually performed. Methods: We conducted an experimental study with 45 volunteers randomly assigned to groups CRAC, MET and Control. We evaluated the passive knee extension range before and after applying the techniques, using a goniometer. In participants underwent MET was previously assessed effort perception, requesting a submaximal isometric contraction of 40% measured with a hand-held dynamometer. Results: There was an effect of the techniques between assessments (ANOVA repeated measures factor time: p <0,001) and between groups (time * group: p <0,001). Comparing the two by two groups, there were differences between the CRAC group and the Control group (Post Hoc Test Games-Howell: p = 0,001) and between the MET group and Control group (p = 0,009), with no differences between groups CRAC and MET (p = 0,376). CRAC and MET groups achieved a gain of 10,7 º and 11,4 º, respectively, with no significant differences between gains (Independent Student's T-Test: p = 0.599). Significant differences existed between produced and desired 40% CMVI (Wilcoxon Test: p = 0.018). Conclusion: Both were effective in increasing the flexibility of the hamstring muscle in the short term. The effects were comparable, but because of the lower complexity and lower request MET was considered more efficient. The perception of effort during the application of MET does not correspond to the effort required and there is a tendency to produce contractions intensities greater than those requested.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.22/4357
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