Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.22/336
Título: NCRF 2: demonstração dos fluxos de caixa e suas implicações fiscais e de auditoria
Autor: Barbosa, Joana Raquel Ramos
Data de Defesa: 2011
Editora: Intituto Politécnico do Porto. Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto
Resumo: O sucesso, o crescimento e a sobrevivência de uma entidade depende da sua capacidade para gerar fluxos de caixa ou obter os recursos financeiros necessários ao desenvolvimento da sua actividade. A Demonstração dos Fluxos de Caixa é uma das principais Demonstrações Financeiras e apresenta a criação e a utilização de “caixa e seus equivalentes” por actividade (operacional, de investimento e de financiamento) durante um determinado período de tempo. Fornece aos utilizadores das Demonstrações Financeiras uma base para avaliar a capacidade da entidade gerar e utilizar os seus fluxos de caixa. Assim, podemos genericamente considerar a Demonstração dos Fluxos de Caixa como um documento de informação própria para a avaliação das entidades, para a detecção de sinais de alerta contra possíveis riscos de fragilidade momentânea ou, até mesmo de insolvência e, ainda, para ajuda do caminho a seguir no seu negócio. As actividades operacionais são as principais actividades produtoras de rédito ou rendimento da entidade e outras actividades que não sejam de investimento ou de financiamento.As actividades de investimento incluem a aquisição e alienação de activos a longo prazo e de outros investimentos não incluídos em equivalentes de caixa. Actividades de financiamento são as actividades que têm como consequência alterações na dimensão e composição do capital próprio e nos empréstimos obtidos pela entidade. Uma entidade deve relatar os fluxos de caixa provenientes de actividades operacionais pelo uso do método directo (único aceite pelo SNC), pelo qual, são divulgadas as principais classes dos recebimentos e dos pagamentos brutos de caixa. Este método directo proporciona informação que pode ser útil na estimativa de fluxos de caixa futuros. A informação acerca das principais classes de recebimentos brutos (de caixa) e de pagamentos brutos (de caixa) pode ser obtida: 1. A partir dos registos contabilísticos da entidade; 2. Pelo ajustamento de vendas, custo das vendas e outros itens da Demonstração dos Resultados relativamente a alterações, durante o período, em inventários e em contas a receber e a pagar, relacionadas com a actividade operacional. Uma entidade deve relatar separadamente as principais classes de recebimentos brutos de caixa e dos pagamentos brutos de caixa provenientes das actividades de investimento e de financiamento. A soma algébrica dos fluxos de caixa operacionais, de investimento e de financiamento é a variação do saldo de caixa e seus equivalentes do período.
Descrição: Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em Auditoria Orientador: Mestre Adalmiro Álvaro Malheiro de Castro Andrade Pereira
URI: http://hdl.handle.net/10400.22/336
Aparece nas colecções:ISCAP - DM - Auditoria

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