Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.22/3065
Título: À la quete du salut dans la peste et dans en attendant, Godot
Autor: Pedrosa, Lúcia Margarida Pinho Lucas de Freitas de Carvalho
Palavras-chave: Langage
Souffrance
Absurde
Condition humaine
Hasard
Temps
Sofrimento
Tempo
Absurdo
Acaso
Condição humana
Linguagem
Data: 2010
Editora: Instituto Politécnico do Porto. Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto
Resumo: Soit La peste soit En attendant Godot traitent de l‘absurde de la condition humaine et de la quête du salut. La vie se présente sans avenir et comme un enchaînement de scènes pénibles qui se ressemblent. L‘humanité veut désespérément atteindre le bonheur et préserver sa dignité, mais, malgré tout effort, rien ne change : c‘est la terrible stabilité du monde. Presque tous les personnages manquent d‘identité. Ce sont des prisonniers de leur propre existence; des guignols manipulés arbitrairement par le destin; des victimes de la gratuité de la grâce divine. Les personnages, le temps, l‘espace, le langage, les silences, tout y sert à exprimer l‘absurde de la condition humaine. Dans ces deux oeuvres, l‘air est plein de cris de révolte. Les plaintes deviennent le langage naturel de l‘humanité souffrante, parce que, après tout, ni Godot ni le salut n‘arrivent jamais.
Tanto A peste como En attendant Godot tratam do absurdo da condição humana e da procura da salvação. A vida apresenta-se sem futuro e como uma longa sequência de cenas dolorosas que se assemelham entre si. A humanidade quer desesperadamente alcançar a felicidade e manter a dignidade, mas, apesar de todos os esforços, nada muda: é a terrível estabilidade do mundo. Quase todas as personagens não têm identidade. São prisioneiras da própria existência; marionetas manipuladas arbitrariamente pelo destino; vítimas da gratuitidade da graça divina. As personagens, o tempo, o espaço, a linguagem, os silêncios, tudo serve para exprimir o absurdo da condição humana. Nestas duas obras, o ar está cheio de gritos de revolta. Os queixumes passam a ser a linguagem natural de toda a humanidade em sofrimento, porque Godot e a salvação, afinal, nunca chegam.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.22/3065
ISSN: 1645-1937
Versão do Editor: http://www.iscap.ipp.pt/~www_poli/
Aparece nas colecções:ISCAP - LC - Artigos

Ficheiros deste registo:
Ficheiro Descrição TamanhoFormato 
A_LúciaPedrosa_2010.pdf272,31 kBAdobe PDFVer/Abrir


FacebookTwitterDeliciousLinkedInDiggGoogle BookmarksMySpace
Formato BibTex MendeleyEndnote Degois 

Todos os registos no repositório estão protegidos por leis de copyright, com todos os direitos reservados.