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Título: Invisible cities: the table of contents and the labyrinths of reality
Autor: Sá, Daniel Serravalle de
Palavras-chave: Concepts of open and closed works
Cultural theory
Italo Calvino
Invisible cities
As Cidades invisíveis
Teoria cultural
Conceito de obra aberta e fechada
Data: 2009
Editora: Instituto Politécnico do Porto. Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto
Resumo: In Invisible Cities (1972), Italo Calvino contrasts a rigid outline structure with a flexible textual content. The tension comprised by the numerical structure proposed in the table of contents stands out against the set of polissemic texts which make up the subject matter of the book. The opposition between form and content point to a fruitful dichotomy in the conception of the novel linked to the theories of the open and closed work. This essay will investigate the structural construction of Invisible Cities by looking at its table of contents, seeking to discuss some models of formalistic representation proposed by the criticism and the specific contribution they may, or may not, provide. The objective is to analyse the pertinence of such theories in the light of historical and cultural approaches. Aiming to uncover possible meanings which arise from the debate, this essay will question to what extent structural complexities can be considered literary if they are not ultimately related to the culture in which a text is found.
Em As Cidades Invisíveis (1972), Italo Calvino contrasta uma estrutura rígida com um conteúdo textual maleável. A tensão se dá entre a estrutura numérica delineada no índice e os textos polissêmicos que formam a matéria-prima do livro. Essa oposição entre forma e conteúdo aponta para uma dicotomia na concepção do romance ligada a teorias da obra aberta e fechada. Este artigo vai investigar a concepção estrutural de Cidades Invisíveis através do índice buscando discutir a validade de alguns modelos formalistas de representação propostos pela crítica especializada. O objetivo é analisar a pertinência de tais leituras em face de teorias históricas e culturais. Almejando descobrir os possíveis significados o presente artigo vai questionar a que ponto tais complexidades formais podem ser consideradas literárias se, em última instância, elas não são relacionadas com a cultura que lê o texto.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.22/2882
ISSN: 1645-1937
Versão do Editor: http://www.iscap.ipp.pt/~www_poli/
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