Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.22/2852
Título: Caminha sílaba a sílaba
Autor: Mancelos, João
Palavras-chave: Genius loci‖
Paisagens mentais.
Eugénio de Andrade
Visão mediterrânica
Turismo
Mediterranean vision
Tourism
Mental landscapes
Data: 2008
Editora: Instituto Politécnico do Porto. Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto
Resumo: Eugénio de Andrade (1923-2005) é um dos mais celebrados e traduzidos poetas portugueses contemporâneos, com mais de trinta volumes de poesia, e vários prémios nacionais e internacionais. Como poeta atento e turista curioso, Andrade viajou com frequência para Espanha, França, Itália e Grécia, ao encontro de outros escritores (Vicente Aleixandre, Dámaso Alonso, etc.), e visitou diversas cidades e locais históricos. Recorrentemente, menciona Madrid, Valverde del Fresno, Roma, Delfos, Tebas, Súnion, Veneza, Brindisi, Corfu, etc. Em resultado destas viagens, existem, na sua poesia, poemas em prosa e crónicas, abundantes referências aos países, cultura e paisagem natural do Mediterrâneo. Eugénio de Andrade captura poeticamente o ―genius loci‖, realçando os laços entre os povos, a fauna, a flora e o clima. Desde os primeiros escritos até ao seu último livro, o poeta coerentemente apresenta uma ―visão mediterrânica‖. Recorrendo às suas obras e a excertos de algumas das entrevistas que concedeu, este artigo exemplifica, analisa e avalia estes aspectos, explorando uma faceta menos conhecida da obra eugeniana.
Eugénio de Andrade (1923-2005) is one of the most celebrated and widely translated Portuguese contemporary writers, having published over thirty collections of poems, and winning several national and international literary prizes. As an attentive poet and an inquisitive tourist, Andrade traveled frequently to Spain, France, Italy and Greece, meeting fellow poets (Vicente Aleixandre, Dámaso Alonso, etc.), visiting different towns and historic places. He frequently mentions Madrid, Valverde del Fresno, Rome, Delphi, Thebes, Sunion, Venice, Brindisi, Corfu, etc. As a result of these travels, we find in his poetry, prose poems and chronicles abundant references to Mediterranean countries, cultures and nature. Andrade poetically captures the ―genius loci‖, emphasizing the bonds between the people, the fauna, the flora, the ocean and the weather. From his pristine writings up to his last book, he coherently displays a ―Mediterranean vision‖. Resorting to his books and to excerpts from some of the interviews he granted, my paper identifies, exemplifies, examines and assesses those aspects, exploring a neglected facet of this poet.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.22/2852
ISSN: 1645-1937
Versão do Editor: http://www.iscap.ipp.pt/~www_poli/
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