Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.22/2849
Título: Representations of Portugal in Herman Hesse
Autor: Lopes, Dalila Silva
Palavras-chave: Philip Roth
Paul Auster
Representations of Portugal
Icons
Peirce
Symbols
Indices
Hermann Hesse
Ícones
Símbolos
ntações de Portugal
Índices
Data: 2008
Editora: Instituto Politécnico do Porto. Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto
Resumo: The aim of my research is to answer the question: How is Portugal seen by non-Portuguese fictionists? The main reason why I chose this research line is the following: Portuguese essayists like Eduardo Lourenço and José Gil (2005) focus their attention on the image or representation of Portugal as conceived by the Portuguese; indeed there is a tendency in Portuguese cultural studies (and, to a certain extent, also in Portuguese philosophical studies) to focus on studying the so-called ‗portugalidade‘ (portugueseness), i.e., the essence of being Portuguese. In my view, the problem with the studies I have been referring to is that everything is self-referential, and if ‗portugueseness‘ is an issue, then it might be useful, when dealing with it, to separate subject from object of observation. That is the reason why we, in the CEI (Centro de Estudos Interculturais), decided to start this research line, which is an inversion in the current tendency of the studies about ‗portugueseness‘: instead of studying the image or representation of Portugal by the Portuguese, my task is to study the image or representation of Portugal by the non-Portuguese, in this case, in non-Portuguese fiction. For the present paper I selected three writers of the 20th century: the German Hermann Hesse and the North-Americans Philip Roth and Paul Auster
O propósito da minha pesquisa é responder à questão: como é Portugal visto pelos escritores de ficção estrangeiros? A principal razão pela qual escolhi esta linha de investigação é o seguinte: ensaístas portugueses, como Eduardo Lourenço e José Gil (2005), centram a sua atenção na imagem ou na representação de Portugal tal como é concebida pelos próprios portugueses. De facto, existe uma tendência nos estudos culturais portugueses (e também, até certo ponto, nos estudos filosóficos) para se centrarem na chamada ‗portugalidade‘, ou seja, na essência de ser português. No meu ponto de vista, o problema com os estudos que referi anteriormente é que tudo é auto-referencial. E se a ‗portugalidade‘ é uma questão a ter em conta, então pode ser útil, ao estudá-la, separarmos o sujeito do objecto de observação. É esta a razão pela qual nós, no CEI (Centro de Estudos Interculturais), decidimos começar esta linha de investigação, que é uma inversão da tendência corrente dos estudos sobre a ‗portugalidade‘: ao invés de estudar a imagem ou a representação de Portugal pelos portugueses, a minha tarefa é estudar a imagem ou a representação de Portugal pelos não-portugueses, neste caso, na ficção não-portuguesa. Para este artigo seleccionei três escritores do século XX: o alemão Hermann Hesse e os norte-americanos Philip Roth e Paul Auster.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.22/2849
ISSN: 1645-1937
Versão do Editor: http://www.iscap.ipp.pt/~www_poli/
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