Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.22/2485
Título: Comportamento do tronco na fase inicial da sequência de movimento de sentado para de pé, em indivíduos com Acidente Vascular Encefálico, em fase aguda
Autor: Barbosa, Marta
Orientador: Pinheiro, Ana Rita
Silva, Cláudia C.
Palavras-chave: AVE
Controlo postural do tronco
Levantar de sentado para de pé
Deslocamento do tronco
Stroke
Postural control of the trunk
Sit to stand
Movement of the trunk
Data de Defesa: 2013
Editora: Instituto Politécnico do Porto. Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Porto
Resumo: As alterações do controlo postural do tronco observadas em indivíduos pós acidente vascular encefálico (AVE) podem traduzir-se em dificuldades na realização da sequência de movimento de sentado para de pé (STS). Desta forma, o presente estudo teve como objetivo descrever o comportamento do tronco, durante a primeira fase do STS, em cinco indivíduos pós-AVE, em fase aguda. Para tal, os indivíduos foram avaliados em dois momentos, antes (M0) e após (M1) um período de intervenção de 3 meses. Recorreu-se ao Software de Avaliação Postural (SAPo) para analisar o deslocamento do tronco no sentido anterior, bem como a simetria entre hemitronco contralesional vs. ipsilesional. Avaliou-se também o controlo postural e equilíbrio através das Escala de Avaliação Postural para Pacientes com Sequelas de AVE (PASS) e Escala de Equilíbrio de Berg (EEB), respetivamente. Para cada indivíduo foi desenvolvido um processo de raciocínio clínico tendo por base a avaliação observacional de componentes do movimento. Os resultados evidenciaram uma diminuição do deslocamento do tronco entre M0 e M1, em três dos cinco indivíduos, no que se refere ao ângulo do plano horizontal - EIPS - ângulo inferior da omoplata e do plano horizontal – EIPS – acrómio; outro dos indivíduos, no M0 não foi capaz de realizar o deslocamento do tronco, mas concluiu-o em M1; e outro indivíduo aumentou esse deslocamento nos dois ângulos. Em relação à diferença das distâncias entre o hemitronco contralesional vs ipsilesional, para o ângulo superior da omoplata e C7, estes resultados diminuíram de M0 para M1 em todos os indivíduos. Em quatro dos cinco indivíduos, as diferenças das distâncias para o ângulo inferior da omoplata e T7 e o ângulo inferior da omoplata e a EIPS, entre o hemitronco contralesional vs ipsilesional também diminuíram no M1 comparativamente ao M0. Foi ainda possível observar que todos os indivíduos apresentaram uma melhor extensão linear do tronco na posição inicial de sentado em M1 comparativamente a M0. Para as escalas aplicadas, PASS e EEB, a maioria dos indivíduos em estudo duplicou em M1 a pontuação obtida em M0. Concluindo, os participantes do estudo evidenciaram um menor deslocamento anterior do tronco durante o STS, assim como, uma maior simetria entre os dois hemitroncos, após uma intervenção de fisioterapia baseada nos princípios do conceito de Bobath.
Changes in postural control of the trunk observed in individuals post stroke can translate into difficulties in the realization of the sequence of movement from sitting to standing (STS). Thus, this study aimed to describe the behavior of the trunk during movement on the stage one: flexion momentum of the STS, in five individuals with stroke in the acute phase. To this end, subjects were evaluated at two times before (M0) and after (M1) a period of three months of intervention. Resorted to the Postural Assessment Software (SAPo) to analyze the displacement of the trunk in forward as well as the symmetry between contralesional vs. ipsilesional hemitrunks. We also evaluated the postural control and balance through the Postural Assessment Scale for Stroke Patients (PASS) and Berg Balance Scale (BBS), respectively. For each individual, we developed a clinical reasoning process based on the assessment of observational components of the movement. The results showed a decrease in the displacement of the trunk between M0 and M1 in three of the five individuals with regard to the angle from the horizontal plane - EIPS - inferior angle of the scapula and the horizontal plane - EIPS - acromion; other individuals in M0 was not able to perform the displacement of the trunk, but found it to M1, and another individual increased that the two displacement angles. Regarding the difference of the distances between the contralesional vs. ipsilesional hemitrunks to the superior angle of the scapula and C7 these results M0 to M1 decreased in all subjects. In four of the five subjects, the differences of the distances to the inferior angle of the scapula and T7 and the inferior angle of the scapula and the EIPS, between contralesional vs. ipsilesional hemitrunks, in M1 also decreased in comparison to M0. It was also observed that all subjects had a best linear extension of the trunk in the initial position of sitting in M1 compared to M0. For scales applied, PASS and BBS, the majority of individuals in the study doubled the score in M1 M0. In conclusion, the study participants showed a smaller anterior displacement of the trunk during the STS, as well as greater symmetry between the two hemitrunks after a physical therapy intervention based on the principles of the Bobath concept.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.22/2485
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