Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.22/1933
Título: Prova de esforço e factores de risco cardiovascular: um estudo piloto
Autor: Costa, Sara
Orientador: Soares, Maria
Magalhães, Sónia
Pereira, Miguel
Palavras-chave: Prova de esforço
Doença cardiovascular
Factores de risco
Marcadores bioquímicos
Capacidade de esforço
Critérios de positividade
Exercise testing
Cardiovascular disease
Risk factors
Biochemical markers
Exercise capacity
Criteria for positivity
Data de Defesa: 2011
Editora: Instituto Politécnico do Porto. Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Porto
Resumo: As doenças cardiovasculares (DCV’s) são a maior causa de mortalidade e morbilidade em Portugal. O seu elevado impacto passa pelo desconhecimento, sub-diagnóstico, elevada prevalência e descontrolo dos seus principais factores de risco (clássicos e novos marcadores bioquímicos). Para o diagnóstico de uma das vertentes da doença cardiovascular, a doença cardíaca isquémica, a prova de esforço (PE) é o exame não invasivo, de baixo custo, com reduzida taxa de complicações e de fácil execução, mais usado na clínica. O objectivo deste estudo é averiguar se existe relação entre a prova de esforço, os factores de risco cardiovascular (FR’s) e alguns dos seus marcadores bioquímicos. Com vista a alcançar objectivo realizou-se um estudo prospectivo, longitudinal e descritivo, na Esferasaúde (Maia), entre Janeiro e Maio de 2011. Foram recolhidos dados, por inquérito, referentes a: biografia, antropometria, FR’s, medicação, PE e análises clínicas. Tendo sido incluídos todos os indivíduos (idade ≥ 18 anos) que tenham realizado prova de esforço e análises na unidade citada e com diferença temporal máxima de 2 meses, pelo método de amostragem dirigida e intencional. A dimensão amostral situou-se nos 30 elementos, sendo que 19 eram do género masculino. A média de idade foi 49,43±15,39 anos. Estimou-se a prevalência de FR’s e de indivíduos com valores dos marcadores bioquímicos anormais. Dois dos indivíduos apresentavam história de DCV’s e três deles PE positiva. Foram efectuadas diversas tentativas de associação entre as variáveis integradas no estudo - DCV e FR’s; PE e FR’s; PE e marcadores bioquímicos; capacidade de esforço e FR’s, género e resultado PE. Nenhuma relação se revelou significativa, com excepção para dois casos: relação entre as DCV’s e o aparecimento de alterações na PE (p = 0,002) e associação entre PE e colesterol HDL (p=0,040). Para α de 5%. Conclui-se que não existe relação aparente entre a prova de esforço, a existência de doença cardiovascular, os seus factores de risco e marcadores bioquímicos.
Cardiovascular diseases (CVD) are the major cause of morbidity and mortality in Portugal. Its high impact is due to ignorance, under-diagnosis, uncontrolled and high prevalence of its main risk factors (traditional and new biochemical markers). For the diagnosis of one of the aspects of cardiovascular disease, ischemic heart disease, exercise testing (ET) is a noninvasive, inexpensive, with low complication rate and easy to perform test, mostly used in the clinic. The aim of this study is whether there is evidence of the relationship between exercise testing, cardiovascular risk factors (RF) and some of its biochemical markers. In order to achieve goal held a prospective, longitudinal and descriptive study in Esferasaúde (Maia), between January and May 2011. Data were collected for investigation, concerning: biography, anthropometry, FR, medication, ET, and clinical analysis. Having been included all the subjects (age ≥ 18 years) who have performed exercise testing and analysis on the aforementioned unity and maximum time difference of two months, the sampling is directed and intentional. The sample size stood at 30 members, of which 19 were males. The average age was 49.43 ± 15.39 years. We estimated the prevalence of RF's and individuals with abnormal values of biochemical markers. Two of the subjects had a history of CVD and three ET positive. We made several attempts to association between the variables included in the study - CVD and RF; ET and FR; ET and biochemical markers; exercise capacity and RF's, gender and ET result. No significant relationship was revealed, except for two cases: the relationship between CVD and the appearance of changes in PE (p = 0.002) and association between ET and HDL cholesterol (p = 0.040). Level of significance of 5%. We conclude that there is no apparent relationship between the exercise testing, the existence of cardiovascular disease, its risk factors and biochemical markers.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.22/1933
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